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terça-feira, 27 de junho de 2017

NADAR COM HIV

Apesar de ainda haver muito preconceito sobre os portadores do vírus HIV, anos depois da descoberta de uma doença que assombrou a todos, o diagnóstico deixa de ser encarada como uma sentença de morte, mas sim uma condição especial.



A prática regular de exercícios físicos é indicada a todos as pessoas, principalmente aos soropositivos.
Benefícios
  •  Estimula o sistema imunológico
  • Aumenta a disposição
  • Melhora  a autoestima
  • Alivia o estresse 
  • Evita a depressão

Entre outros benefícios para a saúde em geral. 

Para o soropositivo, o exercício também é recomendado por prevenir e amenizar os efeitos colaterais provocados pelos remédios, como a lipodistrofia - mudanças na distribuição de gordura pelo corpo que pode afinar braços e pernas, por exemplo.
Os exercícios físicos podem ser aeróbicos (como caminhada, bicicleta, dança, ginástica localizada, natação, hidroginástica) e de carga (musculação). 
Mas nossa atividade é a natação, vamos a ela:    
Por ser fundamentalmente um exercício  aeróbico, a natação  a melhora a oxigenação do coração e dos pulmões, diminuem o nível de [tip:colesterol=O colesterol é um tipo de gordura, que o corpo precisa para ajudar a manter as células saudáveis, produzir hormônios sexuais e ter uma boa digestão. 


Pode ser HDL, o "bom colesterol" e LDL, o "mau colesterol". 
O HDL impede que a gordura se acumule nas artérias, evitando entupimento.
O LDL forma placas de gordura nas veias e artérias, aumentando o risco de doenças do coração. 
Está presente em carnes, leite e derivados, manteiga e gemas de ovos. Frutas, vegetais, e cereais não têm colesterol.] e [tip:triglicérides=  Os triglicérides são um tipo de gordura que formam 90% da reserva de energia do organismo e se depositam no tecido gorduroso e muscular. Fornece energia, preserva o calor do corpo e ajuda a absorver as vitaminas A, D, E e K. 
Quando está aumentado no sangue, pode indicar risco de doenças do coração. Estão nos óleos vegetais e na gordura animal.] e ajudam a queimar a gordura que se acumula na região abdominal. 
Nas Atividades aquáticas há um trabalho de resistência, utilizando o meio líquido como sobrecarga.
Assim ocorre um trabalho de fortalecimento muscular que evita a perda de massa e  força .



Antes de fazer qualquer exercício, o médico deve ser consultado

O profissional de saúde vai avaliar a condição clínica do paciente para liberar a prática.
 Após a aprovação médica, o soro positivo pode nadar normalmente.
O mito de vinte anos atrás onde o portador evitava atividade física caiu por terra, o ideal é escolher a atividade que mais agrade. 

Dúvidas frequentes:
 Quem tem HIV pode fazer exercício físico?
Se eu fizer exercício físico, consigo evitar a lipodistrofia
Meu sistema imunológico pode ficar mais forte se eu virar um esportista?
Os maiores medos de um portador de HIV é ter efeitos como a lipodistrofia, dislipidemia ou a Síndrome de Wasting. 
Três possíveis efeitos de medicamentos antirretrovirais ou o vírus do HIV por um longo tempo no organismo que afetam a aparência, um deles é por perda de massa magra (wasting) tem também a temida lipodistrofia, que faz seu organismo concentrar gordura em lugares indesejáveis. 
Lipodistrofia é uma anormal distribuição de gordura corporal. Pacientes tendem a desenvolver uma resistência a insulina, diabetes e altos níveis de triglicerídeos. 
A atividade física diminui ou evita esses transtornos.
O nadador portador do HIV,  deve tomar cuidados como qualquer outro .
Seu objetivo com a prática da  natação  é melhorar sua qualidade de vida e participar de uma atividade física prazerosa. 
Derrube mais um muro de preconceito e deixe esse nobre membro da tribo aquática unir se aos seus irmãos.

Bons Treinos!

http://www.aids.gov.br
 Cartilha Tudo em Cima!

Intercâmbio Esportivo - Estudo e natação: uma grande oportunidade para jovens atletas




Estudar e Nadar... O Sonho Dourado...


Um dos grandes sucessos da natação americana é mesclar com maestria o esporte com a educação. 
Seja nas escolas ou nas universidades, os alunos no país têm a grande oportunidade de conciliar as duas funções. Aqueles que se destacam no universo esportivo conseguem tornar-se atletas de alto rendimento, sem deixar os estudos de lado. É uma realidade diferente do Brasil, porém, pode ser apreciada por brasileiros interessados em vivenciar esta experiência.
Hoje existem empresas que realizam este trabalho e uma delas é a Atleta Estudante, que gera oportunidades para jovens conhecerem essa cultura e aperfeiçoarem a parte técnica do esporte e o aprendizado com a língua inglesa, visando admissão em instituições de ensino.
A empresa foi desenvolvida por dois nomes conhecidos no meio aquático: Diogo Yabe (atleta olímpico da seleção brasileira em Atenas-2004) e Thiago Orso (ex-nadador com passagens pela seleção brasileira e campeão nos Estados Unidos). 
“Nosso projeto oferece várias oportunidades para os jovens atletas realizarem através de uma única viagem. É uma rica experiência onde eles vão desfrutar da oportunidade de melhorar a parte técnica através de training camps em conceituados centros de treinamento nos Estados Unidos, além de poder ter contato com outra cultura, estudar inglês e conhecer opções para estudo no país. O projeto vem crescendo a cada ano e estamos sentindo um aumento na procura por este serviço”, conta Yabe.



Vista da piscina da Bolles School - Foto: Atleta Estudante/Reprodução
Vista da piscina da Bolles School – Foto: Atleta Estudante/Reprodução

Atualmente o Atleta Estudante oferece quatro opções de programas para os nadadores interessados em participar da temporada 2017/18: 

  1. “Natação curta duração”, onde os atletas passam duas semanas no Swim Camp; 
  2. “Natação longa duração”, para um período de seis meses de treinamento e participação em competições americanas; 
  3.  “High School”, indicado para atletas que pretendem terminar o colegial nos Estados Unidos e estudar na Bolles School 
  4. “Assessoria Esportiva” para quem esta interessado em conquistar uma bolsa de estudos para nadar e estudar por alguma universidade no país.
No ano passado o projeto levou os jovens para assistir a seletiva olímpica americana. 
Este ano a programação estará mais focada em apresentar os benefícios da parceria entre esporte com educação.
“Estamos agora organizando a realização do nosso 4º Swim Camp que vai acontecer em Jacksonville, na Flórida. Os interessados em participar terão diversas atividades práticas de treinamento na água e também poderão realizar visitas a instituições de ensino. Estamos também investindo bastante no público que busca fazer o ensino superior nos Estados Unidos e nossa meta é justamente mostrar boas opções para eles”, diz Yabe.



Projeto leva os jovens para a Flórida - Foto: Atleta Estudante/Reprodução
Projeto leva os jovens para a Flórida – Foto: Atleta Estudante/Reprodução

Existem muitas empresas que realizam intercâmbios internacionais  esportivos e Campings. 
Há intercâmbios de natação para Estados Unidos, Austrália, Canadá e outros.

Dicas e cuidados na escolha da agência de intercâmbio

Veja alguns cuidados que devemos tomar na escolha de uma agência de intercâmbio. Dicas que podem fazer a diferença num intercâmbio.
  1. Confirme se a agência de intercâmbio é ligada a associações do setor
  2. Tenha sempre um Contrato formal
  3. Verifique sempre o histórico da empresa
  4. Mantenha cuidado com ofertas e promoções muito tentadoras
  5. Solicite sempre um recibo de matrícula da escola estrangeira
  6. Sempre que possível entre em contato com a instituição de ensino e local de treinamento (clube ou academia).
Outras dicas importante é procure em sites de busca informações e se existe reclamações relacionadas a agência de intercâmbio. 
Saiba se a agência possui um site, blog e também se está ativa nas Redes Sociais, assim é possível encontrar boas ou mas informações sobre. Veja se a empresa possui afiliados ou certificados na área (mercado).
E principalmente lembre se, nada é de graça... Se for, desconfie.

Natação Virtual e outros brinquedos...

Ao longo dos tempos, a natação passou por diversas inovações tecnológicas e foi se modernizando. 


  1. Novos trajes
  2. Acessórios, 
  3. Equipamentos 

As Instalações para piscinas mudaram a cara da modalidade, que cresce cada vez mais e ganha adeptos ao redor do mundo, inclusive no universo digital. 




A natação deixou de ser apenas água.
Piscinas projetadas para diminuir resistência e influências externas (marola, vento, temperatura adversa..)
Balizas preparadas para auxiliar impulsão na saída.

Sensores para auxiliar a arbitragem.
Tratamentos  de água para todas as necessidades (cloro, sal, ozônio...)
Exceto Rio 2016 que por dias apresentou  a água esverdeada, tecnologia para um bom desempenho não falta.

Nos últimos tempos,  novos aplicativos aquáticos, com muita informação sobre o ,esporte chegaram às lojas virtuais.


Federação Internacional de Natação (Fina), principal entidade da natação mundial, divulgou oficialmente  seu novo aplicativo. 
O app é gratuito e disponível em inglês. 

Ele é bem completo, concentrando diversos assuntos relacionados a natação, como fichas dos principais nadadores federados de todo o mundo, resultados históricos dos eventos Fina e Jogos Olímpicos desde 2000, notícias, rankings e calendário dos principais eventos.
No app, é possível ainda encontrar nos perfis dos nadadores algumas entrevistas, curiosidades e links para páginas oficiais dos atletas.




Outro aplicativo lançado recentemente é o da Associação Brasileira Master de Natação (ABMN), disponível gratuitamente na Apple e Google Store para tablets e celulares. 


Desenvolvido pelo site Swim It Up!, o ABMN App apresenta informações sobre eventos, resultados e balizamentos das competições organizadas pela entidade e associações estaduais filiadas. 
O aplicativo também concentra histórico dos atletas e competições desde 2010, podendo ser usado como ferramenta para pesquisa.
Além destes novos aplicativos existem outros de natação disponíveis nas principais lojas e também de forma gratuita. 

Entidades como a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) e a Federação Aquática Paulista (FAP) contam há um certo tempo com apps similares aos da ABMN. 


Pouco antes dos Jogos Olímpicos do Rio-2016, Michael Phelps também lançou um app onde os interessados podem comprar seus emojis remetendo a momentos marcantes da carreira do atleta.


Sabe aquele caderninho que seu técnico anotava o treino?
 Se você quer uma ferramenta mais ágil que seu velho caderno surrado há no mercado uma infinidade de programas e aplicava  que  auxiliam  na organização de dados e na montagem de treinos variados.

Todos esses mecanismos  melhoram  muito a comunicação  e motivam os profissionais a buscar além.


Mas para substituir  a  supervisão profissional  anida não inventaram um aplicativo.
O Mercado está Aberto! Novos Produtos e Oportunidades... Aproveitem!

FINA Decidiu Limitar o Número de Provas por nadador

Katinka Hosszu ataca decisão da Federação Internacional de Natação

Tricampeã olímpica criticou entidade que limitou o número de provas para cada atleta na Copa do Mundo





A Nadadora criticou entidade que limitou o número de provas para cada atleta nas etapas da Copa do Mundo .

A estrela húngara da natação feminina, Katinka Hosszu, criticou a Federação Internacional de Natação (FINA), depois da entidade limitar o número de provas para cada atleta nas etapas da Copa do Mundo. 

A FINA decidiu limitar para quatro o número de provas abertas para cada nadador, em cada etapa do circuito.

Hosszu, tricampeã olímpica nos Jogos do Rio-2016, é conhecida por seu intenso caráter.
 A nadadora demonstrou seu desacordo com a decisão em seu perfil no Facebook. 
"Imagine a situação: sou como um desses estudantes que tem nota máxima em todas as matérias e que escolheu desenho e canto como opcionais. No ano seguinte, não posso fazer atividades extras porque meu sucesso atrapalha os outros estudantes", lamentou a nadadora com uma metáfora.

Hosszu acusa a FINA de "não escutar os nadadores" e tomar decisões que não beneficiam o esporte. Pediu para os atletas resistirem e deu como exemplo o boicote de dezenas de jogadores no torneio de tênis de Wimbledon, em 1973, como reação à decisão da Federação.

Nadadores que participam normalmente de múltiplas provas sentirão as alterações.
A Justificativa principal é que os nadadores participariam de suas melhores provas, evitando não ter bom desempenho em provas nas quais não são "especialistas".

No fervor da sua juventude, Hosszu fez uso do seu direito de se manifestar com armas que tem , as redes sociais. 
O esporte tem uma origem marcial , com regras rígidas e disciplina hierárquica, torço pela democracia... 
Segue na íntegra o manifesto da Nadadora:



Esta extensa carta foi publicada dia 21 de junho 2017 pela nadadora Katinka Hosszu em suas redes sociais numa publicação direta a comunidade aquática promovendo a união dos atletas e um boicote ao monopólio e decisões da FINA:
Carta à natação
Budapeste, 06.21.2017
Caros companheiros nadadores,
Você pode estar lendo estas palavras no meio da noite ou antes do amanhecer. Não tenho certeza que horas vai ser, mas o que eu sei com certeza é que de todos os atletas de elite do mundo, os nadadores são os que se levantam o mais cedo e vão para a cama mais cedo também. Isso não é exatamente por escolha. A maioria de nós tem que viver duas vidas. Enquanto nos esforçamos pela grandeza na piscina, também devemos gerenciar nossas vidas fora da piscina. Enquanto a Iron Lady está se preparando para o Mundial em Budapeste, Katinka se prepara para a vida depois de nadar. Embora o mundo nos veja, os nadadores, como um dos profissionais mais trabalhadores e determinados, nossos líderes parecem pensar que nosso esporte é amador, portanto, somos amadores, e é exatamente assim que eles nos tratam.
Se a natação ainda não é um esporte profissional, isso é um reflexo do trabalho que a FINA tem feito nas últimas décadas, e não uma reflexão sobre o esporte que é um dos fundamentos do desenvolvimento atlético da infância. Existe uma razão pela qual muitas crianças não aderem à natação competitiva; É extremamente desafiante. Se você quer ser um nadador em 2017, você pode saber que uma coisa é certa, se você não estiver no top 5 do mundo, você vai investir mais do que você vai fazer. Parece atraente? Na verdade não. Podemos torná-lo mais atraente? Estou certo de que podemos, enquanto a FINA nos ajuda, em vez de reter os melhores atletas.
Em primeiro lugar, eles devem chegar e nos ouvir, os nadadores. Eles devem nos ouvir e não decidir sobre as principais mudanças de regras sem nossa contribuição sobre o assunto. Se eles tivessem pedido nossa opinião, poderíamos ter dito a eles que a Copa do Mundo tem um enorme potencial, mas as novas mudanças planejadas são destrutivas e hipócritas.
Todos pensam que as novas mudanças na regra da Copa do Mundo são contra Katinka Hosszu. Isso pode ser parcialmente verdade, porque eles definitivamente me ferraram. Imagine, eu sou como um daqueles alunos que receberam notas A em todas as matérias, além de desenhar e refazer em atividades curriculares extras. Então, no próximo ano, fui informada que não posso fazer atividades curriculares extras porque meu sucesso estava incomodando o resto dos alunos. Na realidade, no entanto, era que era apenas o professor que estava incomodado.
Eu podia me ver como uma vítima, mas, por outro lado, obtive vantagens da FINA que nunca solicitei. Eu não quero avançar automaticamente para as finais das competições da Copa do Mundo com base em meus resultados anteriores em competições internacionais. Eu quero correr para os pontos finais com jovens talentos, como Iwasakis ou Egerszegis, e se eles são melhores do que eu aos 14 anos, deixe-os mostrar seu talento. Com as novas mudanças na regra da Copa do Mundo, eles devem começar por uma desvantagem – eles precisam esperar até que os melhores atletas do esporte envelheçam ou finalizem suas carreiras antes que eles possam ter a vantagem de avançar automaticamente para as finais. Isso não é justo.
De acordo com as novas regras da competição, todos os eventos não serão oferecidos em todas as etapas da Copa do Mundo. Agora, por exemplo, um grande nadador alemão pode não competir em seu próprio país porque sua principal provas (provas) só será oferecido em Moscou ou Eindhoven, mas não em Berlim. Por que a FINA faz regras prejudiciais para os atletas, os organizadores da competição, a Copa do Mundo e a natação como um todo? Essas regras arriscam o futuro do nosso esporte, que não estou disposto a apoiar com meu silêncio.
Como um rótulo de esporte governa “inovador” quando são realmente destrutivos, limitando a participação dos melhores atletas do esporte? Será que a NBA limitará uma das suas maiores estrelas, LeBron James, em sua oitava participação na grande final do próximo ano? Será que o ATP tentará lembrar a Nadal e Federer que o seu tempo acabou? Como um dos rostos atuais da natação, devo concentrar-me na preservação e extensão da minha carreira ao não assumir muitos eventos e não ter minha imagem sendo usada em excesso. Em vez disso, aqui estou lutando para poder nadar tanto quanto eu quero e continuar a popularizar meu esporte.
Por favor, não pense que os líderes da FINA não sabem tudo isso. Eles estão desesperados por manter a importância dos Campeonatos Mundiais vivos e prósperos – um evento em que as receitas e lucros não se compartilham com os atletas – destruindo a Copa do Mundo, um evento que poderia ser no futuro uma oportunidade mais lucrativa financeiramente Para muitos nadadores. FINA vê claramente que eles poderiam perder seu poder total sobre o esporte se mesmo algumas das imagens do atleta fossem maiores do que as da FINA. Minha história não é sobre Katinka Hosszu, mas sobre todos os nadadores profissionais que já perceberam ter poder suficiente para influenciar o futuro do esporte.
Eu acredito firmemente que a natação pode ser um verdadeiro esporte profissional, mas para isso precisamos quebrar a longa mentalidade das décadas anteriores do esporte, que é baseada na idéia: todos são iguais, mas entre iguais deve haver mais iguais. Os líderes da FINA já decidiram: eles não querem tratar os nadadores como parceiros de negociação iguais e, em vez disso, criaram regras destrutivas, que limitam especificamente nossas oportunidades. Em vez de representar o esporte e os interesses dos nadadores, eles se concentram exclusivamente para agradar seus próprios interesses comerciais enquanto operam como se fossem 1989 em vez de 2017.
6,8 bilhões. De acordo com a FINA, é a quantas vezes as pessoas mudaram para as transmissões de TV dos Campeonatos Mundiais de 2015 em Kazan, na Rússia. Essas mesmas pessoas, que se gabam desses incríveis números de transmissão, se atrevem a nos dizer que não há dinheiro na natação, tornando-se um esporte amador. Se isso é verdade, por que não podemos ver quanta receita foi gerada a partir dos direitos de transmissão? Se todos os nadadores estiverem bloqueados ao usar fones de ouvido de um dos seus patrocinadores pessoais, uma vez que um dos contratos de patrocínio da FINA bloqueia especificamente isso, então, por que os nadadores não podem ver exatamente como a FINA está se beneficiando dessa parceria? Por que os nadadores não podem beneficiar dos eventos internacionais mais populares do esporte? Isso nem sequer menciona logos na nossa própria roupa.
Não é um exagero dizer que a FINA está no caos. Existe a falta de transparência nas finanças, as regras em constante mudança e os líderes sem visão. No começo, pode parecer um pouco assustador, mas este é o momento para nós, os nadadores, fazer algo sobre o futuro do nosso esporte. Não precisamos ser pioneiros; Há muitos exemplos inspiradores de outros esportes antes de nós.
Com base em regulamentos na NBA, a liga tem que dar mais da metade do rendimento anual relacionado ao basquetebol para os atletas; Exatamente 51% vai para os atletas como salário, não mais, nem menos. Portanto, tanto a liga quanto os atletas têm os mesmos motivos. Este sistema é transparente e justo. Você sabe por que a liga está configurada dessa maneira? Não porque a liderança da NBA foi tão generosa e ofereceu uma porcentagem da renda relacionada ao basquete como presente. É porque os jogadores reconheceram o poder de estarem unidos e a NBA teve que perceber que, sem os jogadores, a liga não valeria nada.
Em 1973, Nikola Pilic, o melhor jogador de tenis jugoslavo de seu tempo, foi banida por sua federação porque, em vez de jogar para a seleção nacional, ele participou de uma competição canadense de prêmios em dinheiro. Quando os organizadores de Wimbledon disseram a Pilic que, por causa de sua sanção, não podia competir, estava furioso.
O tênis estava em sua ascensão neste momento: empresários, agentes e emissores estavam todos esperando para entrar pelo corte do grande dinheiro que os jogadores poderiam fazer com suas performances. Os atletas sabiam que tinham que estar preparados para essa mudança, então um ano antes estabeleceram a ATP (Associação de Profissionais de Tênis). Pilic disse ao presidente da associação de jogadores sobre sua proibição, que então convenceu quase todos os 50 melhores jogadores de tênis a assinar uma petição que disse: se ele não vai jogar, também não vamos.
A federação internacional, a mídia e o público riram dos atletas por sua tentativa fraca se unificaram e todos estavam certos de que, quando o maior torneio estava prestes a começar, os atletas mudarão de idéia. No dia do sorteio, de todas as maiores estrelas, havia apenas um inglês e quatro jogadores da Europa do Leste para competir. (O jogador inglês estava lá por razões patrióticas e os outros quatro jogadores por causa da pressão do seu país comunista.) Os outros 81 jogadores saíram unidos. E qual foi o resultado? O evento esportivo mais estranho de todos os tempos, onde os 300 mil fãs podem assistir a jogadores amadores de terceira classe competem. Ficou claro, mesmo o maior e mais prestigiado evento é inútil sem os melhores atletas.
A federação internacional foi obrigada a perceber, o poder estava nas mãos do jogador: eles imediatamente limparam a proibição de Pilic, deram aos atletas a liberdade de escolher onde e quando querem jogar e deixar os atletas terem uma opinião sobre as decisões mais importantes e governa as mudanças do futuro do esporte.
A partir desse ponto, não houve paralisação: nos próximos 10 anos, o dinheiro do prêmio aumentou dez vezes e o tênis tornou-se um dos esportes mais rentáveis ​​de todos os tempos, e não apenas para os organizadores ou os jogadores, mas para todos os envolvidos.
Devemos aprender com o boicote de Wimbledon, porque sem eles não haveria grandes como Agassi, Federer ou Djokovic. Sua mensagem é clara: temos de defender por nós mesmos, não temos que deixá-los decidir sem nós, quando e onde competimos e por quanto dinheiro. Se as regras – que elas criam sem pedir a nossa opinião – são prejudiciais, ilógicas e sem sentido, temos que defender o que acreditamos porque é nossa responsabilidade!
Tenho 28 anos. Ganhei 21 medalhas de ouro nos campeonatos olímpicos, mundiais e europeus e tenho certeza que já estou na segunda metade da minha carreira. Eu poderia colocar minha cabeça na areia, competir um pouco mais e depois viver confortavelmente pelo resto da minha vida. Acredite, não estou escrevendo essas palavras para mim, mas para os nadadores mais jovens e as gerações que as seguem.
Não é incrível quando crianças de 8 anos estão correndo com nós com admiração e pedindo autógrafos? Não é incrível quando os adultos bem-sucedidos nos consideram seus modelos? Você não está orgulhoso quando ouve um vovô dizer a sua neto que devemos ser seus heróis? Para eles e milhões de pessoas, somos o esporte da natação. É por isso que é nossa responsabilidade como mudamos o futuro da natação.
A oportunidade sempre esteve bem na nossa frente. Mas cabe a nós aproveitar a chance. Assim como em qualquer performance, todos nós temos que começar isso juntos, mas em vez de competir um contra o outro, desta vez temos que lutar juntos como um.
Katinka Hosszú

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FINA inicia processo para suspender o Brasil !!

Eleição da CBDA é motivo de investigação internacional


A Federação Internacional de Natação (Fina) iniciou oficialmente junho 2017, o processo para suspender a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). 
A entidade internacional enviou à filiada uma carta onde informou que submeterá o processo eleitoral que elegeu para presidente Miguel Cagnoni, ao seu Bureau - Comitê Executivo - e deu de prazo até o dia 28, para receber as alegações brasileiras.

Na carta, a Fina evidenciou seu desrespeito ao resultado do pleito da CBDA. 
Ao endereçar o documento, redigido em inglês, não citou ou o destinou ao presidente da CBDA e apenas escreveu: "TO WHOM IT MAY CONCERN", que em português quer dizer: "a quem interessar possa". E no fim o diretor executivo da entidade internacional Cornel Marculescu limitou-se a dizer que o Brasil tem até o dia 28 para se manifestar, "if you so whish", em português: "se desejar".

A Fina já havia avisado que não reconhecia o resultado da eleição. 
A entidade máxima dos desportos aquáticos frisou que o pleito desrespeitava não só seus estatutos e regras como também as normas que regem a CBDA, após uma intervenção da Justiça Comum

Gustavo Licks, interventor nomeado em março pela juíza titular da 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro, Simone Gastesi Chevrand, disse que a eleição foi realizada sem ferir os estatutos da CBDA. 
Alegou que a mudança nas regras do pleito ocorreu para adequar a entidade à legislação brasileira.

Mas o principal argumento da Fina para caracterizar a intervenção da Justiça Comum na CBDA não é o fato de Licks ter atuado como interventor. 
 Para a entidade internacional, a interferência ocorreu quando o advogado assumiu a responsabilidade por criar as novas regras e mudar a maneira de escolha do novo presidente.

De acordo com o estatuto da CBDA, em seu artigo nº 25, alínea G, somente uma Assembleia Geral Extraordinária poderia ter feito as mudanças. 
Para a Fina, Licks ao assumir a entidade, após o presidente Coaracy Nunes e seus eventuais substitutos terem sido presos, tinha o dever de convocar a assembleia e orientar as mudanças, mas não ser o único responsável por elas.

- A Assembleia Geral é o órgão fundamental da associação (CBDA)...Por isso, é fundamental que as disposições da Constituição sobre os direitos de voto sejam observadas. As decisões tomadas em violações destas disposições não podem ser válidas - observou trecho da carta da Fina.

A CBDA tem até o dia 28 para responder aos questionamentos da Fina. 
Com as respostas em mãos, a entidade internacional reunirá o seu Bureau - Comitê Executivo - para decidir sobre a punição a ser aplicada à entidade brasileira, que em casos como esses é previsto uma suspensão até os estatutos e regras voltarem a ser respeitados, o que poderá anular a eleição de Cagnoni.

- Em vista do exposto, informamos que o assunto será submetido ao Bureau da Fina para decisão sobre o reconhecimento das eleições e as possíveis consequências para a CBDA, inclusive uma suspensão até que as eleições tenham sido devidamente realizadas de acordo com a Constituição da CBDA e regras da Fina - estabeleceu o documento.

Atletas no Mundial sem bandeira brasileira

Com a CBDA suspensa pela Fina, os atletas do Brasil não poderão participar dos principais eventos internacionais sob a bandeira do país. 
Os competidores seriam obrigados a adotar a bandeira da entidade máxima do desporto aquático ou do Comitê Olímpico Internacional (COI) e a primeira disputa nesses moldes já pode ser o Mundial de Budapeste, que começa em 23 de julho.

Além de prejudicar os atletas, uma suspensão da Fina poderá acarretar a fuga de patrocinadores da CBDA. O  diretor de Marketing da Speedo, Igor Souza, demonstrou ao então interventor da CBDA o seu descontentamento e a maneira errônea como o processo eleitoral era conduzido.

Como supervisor técnico de Maratonas Aquáticas da entidade, o profissional da fornecedora de material esportivo encaminhou uma carta onde aconselhou Licks a rever todo o procedimento e o alertou para as possíveis sanções da Fina.

Infelizmente a realidade brasileira de reflete em nossas Confederações Esportivas...


Natação brasileira vive crise (Foto: Renato Sette Camara)
Natação brasileira vive crise (Foto: Renato Sette Camara)
Foto: LANCE!


O Fim do “sexo frágil”???



Ao menos no programa da natação olímpica.

Dizer que alguém treinou como uma garotinha há muito tempo deixou de ter significado na natação. 
Pois os treinos se mostram tão duros e pesados para ambos.
Então por que programas diferentes? 

Houve uma época em que o sexo feminino era tratado sem pudores como “sexo frágil” na natação.
E isso se refletia até no programa de provas da natação olímpica.
Por exemplo: 
até 1964, os 200m borboleta eram disputados somente por homens. 
No feminino, apenas os 100m do estilo. 
A justificativa era que a prova era muito desgastante para ser encarada por mulheres.
(a holandesa Harry Pot, recordista mundial dos 200m borboleta em 1960, só teve a oportunidade de competir os 100m na Olimpíada daquele ano e terminou com a prata – que poderia ter sido ouro caso sua especialidade fosse prova olímpica.)


A holandesa Marianne Heemskerk, recordista mundial dos 200m borboleta em 1960 (foto: Harry Pot)
A holandesa Marianne Heemskerk, recordista mundial dos 200m borboleta em 1960 (foto: Harry Pot)

Na Olimpíada de 1968, foi implementado um programa de provas que é a base para o existente hoje,  com provas de 100m a 1500m livre (com 800m feminino e 1500m masculino), 100m e 200m borboleta, costas e peito e 200m e 400m medley.
No entanto, ainda persistia uma diferença sexista. 
Para os homens, três revezamentos. 
Para as mulheres, apenas dois: não havia o 4x200m livre feminino.

Era resquício de um pensamento do início do século semelhante ao que justificava os 200m borboleta somente para homens: o 4x200m seria muito desgastante para mulheres.

E demorou para que essa discrepância fosse corrigida: somente em 1996 o revezamento seria adicionado ao programa feminino, uma correção tardia em uma época de mais esclarecimentos do que décadas antes em que supostamente não deveria mais haver distinções por sexo, principalmente no esporte, que tem como um dos objetivos a congregação e universalidade de raças, povos etc.

Pois aquele mesmo pensamento das mulheres frágeis, que não podiam nadar 200m borboleta e 4x200m livre, encontra resquícios ainda hoje.

Não que na natação alguém ainda ache que mulheres não podem nadar as mesmas provas que homens.
Em nome da tradição, a prova olímpica feminina mais longa são os 800m livre feminino. Para os homens, os 1500m.

Felizmente as coisas estão mudando, o Comitê Olímpico Internacional (COI) finalmente anunciou a paridade dos programas feminino e masculino na natação, com a inclusão dos 800m masculino e 1500m feminino para a próxima Olimpíada, em Tóquio, em 2020.
Assim como ocorreu com o 4x200m, talvez essa mudança pudesse ter ocorrido muito antes. 
Afinal, mesmo que tal pensamento não faça sentido hoje, o fato dos homens nadarem uma prova mais longa que as mulheres era justificado pelo mito do “sexo frágil”. 
E não há motivos para que algo resultante desse pensamento se perpetue. 

Nem em nome da tradição
O esforço do COI de reduzir a diferença das representatividades masculina e feminina tem sido observado gradativamente nos últimos ciclos olímpicos, e não só na natação. 
Por isso, tal iniciativa é louvável.
Por outro lado, há quem diga que as provas são redundantes. 
Não teria sido melhor, para paridade dos gêneros, manter somente 800m masculino e feminino? Ou somente os 1500m?
Mas será que são mesmo redundantes? Não necessariamente. Em Campeonatos Mundiais, as provas são disputadas desde 2001. 
Em 8 edições, houve 16 pares 800m-1500m feminino e masculino. 
E em 6 os vencedores foram diferentes. 
Então não necessariamente há garantia de que os vencedores serão os mesmos. 
Claro, quando há alguém como Katie Ledecky na disputa.


Katie Ledecky e um de seus quatro ouros olímpicos em 2016 (foto: USA Today Sports)
Katie Ledecky e um de seus quatro ouros olímpicos em 2016 (foto: USA Today Sports)

O que é certo é que os nadadores de livre têm muito mais possibilidades de medalhas. 
Se houvesse provas de 400m e 800m costas, borboleta e peito, certamente teríamos medalhistas diferentes. 
E há também a inclusão do revezamento 4x100m medley misto (duas mulheres e dois homens). Disputada em Mundiais em 2015.
E o que parecia ser uma prova em que as diferentes estratégias das equipes seria o grande atrativo não se concretizou de forma completa: 
já se percebeu que em geral o melhor aproveitamento é obtido com dois homens abrindo e duas mulheres fechando – todas as equipes que subiram ao pódio no Mundial de 2015 nadaram dessa forma, assim como a maioria dos times.
Agora com a responsabilidade da prova ser olímpica, as equipes dedicarão maiores estudos.Como para os 800m masculino e 1500m feminino.
Tokio se aproxima, quem viver verá...

Tóquio 2020 pode ter novas provas de natação

Fina quer aumentar em um dia o calendário das provas

Em 2016, calendário da natação do Rio 2016 teve oito dias.           
A Federação Internacional de Natação (Fina) indicou, dia 29 de maio 2017, que o programa de natação dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 pode ter novas provas.

A Fina estuda ampliar em um dia as datas competitivas do esporte na Olimpíada, passando dos oito dias na Rio 2016 para nove, com o objetivo de realizar mais três provas: 

  • finais de revezamento misto
  •  1,5 mil metros femininos 
  •  800 metros masculinos

— É um desejo da emissora olímpica OBS, já que a natação dá audiências muito boas — argumentou a fonte.
Olympic Broadcasting Services (OBS) é um órgão do Comité Olímpico Internacional, criado em 2001 para ser o responsável por fornecer as imagens dos Jogos Olímpicos para o detentoras dos direitos de radiodifusão, mantendo os padrões de transmissão olímpico entre uma edição e a próxima.
Sua primeira operação foi nos jogos Olímpicos de 2008 em Pequim.
 Anteriormente, a emissora anfitriã da função foi delegada ao local, a organização de comitês ou para terceiros organismos de radiodifusão, tendo que reconstruir a operação de transmissão em cada edição.

O acréscimo destas provas teria que ser discutido na próxima reunião do Comitê Olímpico Internacional (COI), no próximo dia 9 de junho 2017.

Com desejo de se aproximar da igualdade entre homens e mulheres, o COI também quer introduzir provas mistas no atletismo, como nos 4x100 ou nos 4x400.

O COI também tem vontade de limitar em 10,5 mil a quantidade de atletas em Tóquio. 
Para isso, a entidade pode reduzir o número de participantes em outros esportes, como o halterofilismo, muito afetado por doping, segundo essa mesma fonte.

No mundo esportivo atual marketing, audiência e patrocinadores (não exatamente nessa ordem) comandam o espetáculo.
Que o Barão de Coubertin não os ouça... mas as os jogos que em suas regras fundamentais contemplavam atletas amadores no nascimento... cresceu , multiplicou se e como todo adulto, profissionalizou se...

FONTE: FINA/ 0BS/ COI

Nadador traído pelo Coração...




Se você achou que o título da postagem refere se alguma página de fofocas, se enganou... 

O nadador olímpico Kyle Chalmers  Não participará dos  Mundiais de natação por problemas cardíacos.





O australiano Kyle Chalmers, campeão olímpico dos 100 metros livres, Não participará dos Mundiais de natação para ser operado ao coração, revelou em maio de 2017 aos jornalistas o jovem nadador, de 18 anos.

"Não há o melhor momento para este tipo de coisas, mas já tinha sintomas nas três últimas grandes provas em que participei. A conselho médico, decidi abdicar dos Mundiais", disse Chalmers, referindo-se à competição marcada para Budapeste, entre 23 e 30 de julho.

O Coração de Kyle Chalmers


O velocista australiano sofre de uma taquicardia supraventricular, um problema que acelera o ritmo cardíaco.
Este problema já tinha afastado Kyle Chalmers dos campeonatos australianos de piscina curta, no ano passado. 
Médico e treinador decidiram agora recorrer à intervenção cirúrgica para debelar o problema.
O nadador esclareceu, porém, que esta operação não comprometerá a carreira de nadador, que aponta para os Jogos da Commonwealth, em 2018.

A Federação Australiana informou dia 6 de junho de 2017 que  Kyle Chalmers, foi operado com sucesso, e a recuperação segue como planejado.

Oque é Taquicardia Supraventricular

 Ocorre com a alteração da frequência cardíaca mais rápida do que o normal, começando acima das duas câmaras inferiores do coração.



Comum
Mais de 150 mil casos por ano (Brasil)
O tratamento é feito com auxílio médico
Requer um diagnóstico médico
Frequentemente requer exames laboratoriais ou de imagem
Taquicardia supraventricular é um batimento cardíaco acelerado que ocorre quando os impulsos elétricos normais do coração são interrompidos.
Pode haver sintomas como palpitações cardíacas ou não haver sintoma algum.
Certas manobras, medicamentos, choque elétrico no coração (cardioversão) e procedimentos baseados em cateter (ablação) podem ajudar a desacelerar o coração.


Os sintomas de taquicardia supraventricular

Os sintomas podem aparecer de repente e podem desaparecer por conta própria. 
Podem durar alguns minutos ou enquanto 1-2 dias. 
Os seguintes sintomas são típicos com um pulso rápido de 140 Para 250 batidas por minuto:
  • Palpitações
  • Tontura
  • Tontura
  • Perda de consciência
  • Dor no peito
  • Falta de ar
  • Fadiga
  • Sudorese
  • Náuseas
Alguns pacientes não têm sintomas que nunca.
Embora os sintomas podem causar preocupação e podem sentir muito medo, em geral, Taquicardia supraventricular não é uma doença grave ou com risco de vida.
No entanto, Se algum destes sintomas se desenvolver, a orientação é procurar atendimento médico imediato.

A incidência da condição

Incidência de taquicardia supraventricular é de aproximadamente 1-3 casos para cada 1.000 pessoas. Em estudos de base populacional, a prevalência desta doença foi 2,25 casos para cada 1.000 pessoas, com uma incidência de 35 casos para cada 100.000 bioetanol. É mais comum em pacientes de meia-idade ou mais velhos, Enquanto adolescentes estão mais propensos a ter um acessório SVT mediada por via. 

Idades Afetadas
0-2
Raro
3-5
Raro
6-13
Raro
14-18
Comum
19-40
Comum
41-60
Comum
60+
Comum
Atletas que sofreram problemas cardíacos

No futebol :
O camaronês Foé é carregado durante jogo da Copa das Confederações contra a Colômbia; ele morreu aos 28 anos e a autópsia revelou má formação do coração hereditária
O equatoriano Christian Benítez, 27, morreu em julho; autópsia revelou que o atleta tinha doença coronária
O goleiro Doni encerrou a carreira em agosto aos 33 anos após descobrir um problema cardíaco quando jogava no Liverpool-ING
O atacante Washington teve o primeiro problema cardíaco na Turquia, voltou ao país e conseguiu jogar futebol até os 35 anos
O zagueiro Serginho (d.ri) em jogo contra o São Paulo, pelo Brasileiro-2004; jogador desmaiou em campo e sofreu uma parada cardiorrespiratória, morrendo aos 30 anos
Fabrício Carvalho teve seu melhor momento no São Caetano e chegou a ficar dois anos (2005 e 2006) fora dos gramados para tratar de uma arritmia cardíaca
Canoagem:
O atleta Wladimir Moreno (esq.) da canoagem precisou passar por duas cirurgias para resolver um problema no coração, mas superou o problema e foi campeão sul-americano em 2012
Voley:
O oposto Leandro Vissotto teve duas arritmias cardíacas, mas voltou a jogar normalmente
O jogador de vôlei Roberto Minuzzi ficou afastado nove meses em 2005 devido a uma dilatação da aorta
Natação:
O nadador norueguês Alexander Dale Oen morreu em 2012; autópsia revelou que ele morreu de insuficiência cardíaca devido a um coágulo no sangue em uma das artérias coronárias

A lista é grande e tende a aumentar...
Não são os atletas que estão se tornando Cardíacos...Mas o acompanhamento de médicos e técnicos que se tornaram mais rigorosos. 
Patrocinadores e federações esportivas buscam reduzir a estatística de óbitos por acidentes  cardíacos.
No passado muitos atletas morriam sem causa aparente, e a suspeita de doping muitas vezes impedia de investigar as causas.  


Fontes: Hospital Israelita A. Einstein / Folha de S.Paulo/O Globo/ FADA/ WADA/ FINA