4 FASES DA SAÍDA
1. Aos seus lugares.... Ao tomar a posição de saída você precisa estar na posição regulamentar, isto quer dizer, os dedos dos pés dentro d´água. Você deve recolher o seu corpo junto ao bloco de partida e estar pronto para explodir. Não fique muito contraído. Também não coloque muita pressão nos seus pés pois isso aumenta (e muito) o risco de escorregar na borda. | |
2. O objetivo é um só buraco Ao executar a saída, a intenção é entrar na água num só buraco. Dentro deste buraco entraria primeiro os seus braços, cabeça, seu corpo e até mesmo seus pés sem qualquer outro movimento extra na entrada na água. A pior coisa que você pode fazer na saída de costas é arrastar o seu corpo na entrada da água, perdendo toda a velocidade e a potência desenvolvida na saída. Afim de garantir esta entrada "perfeita" é muito importante o movimento de arco que o corpo desenvolve após deixar a borda. Você pode maximizar ainda mais este arco com uma contração dos glúteos no movimento deixando ele ainda mais perfeito. | |
3. Jogando seus pés para cima A intenção é pefeição, por isso, detalhes precisam ser maximizados. Ao realizar o vôo para trás, normalmente nos concentramos muito nos membros superiores, e acabamos "arrastando" os pés na água, diminuindo por completo a potência de nossa saída. Assim, não limite toda sua atenção nos movimentos com os braços esquecendo dos pés. Pense nos seus pés como se fossem o fim de um chicote, dando uma pequena jogada para cima antes da entrada na água. Isso vai facilitar ainda mais o movimento do arco de entrada na água. | |
4. Streamline Logo na entrada do corpo na água, o movimento é a certeza da continuação do movimento de saída. De nada adianta um movimento perfeito de saída e vôo, uma entrada melhor ainda para um deslize sem qualquer posição de streamline. É como se jogássemos tudo fora após realizar o mais difícil. Um bom streamline é a certeza da otimização de uma boa saída. | |
5. Sem bolhas! Isso é algo interessante. Muitos nadadores só conseguem se manter na sua atividade de pernada submersa soltando bolhas durante os movimentos até submergirem. O ideal seria manter o movimento sem qualquer exalação de ar, o que ajuda na manutenção do movimento e da velocidade. Outro detalhe bem técnico desta fase, é tentar manter uma contração nos músculos faciais e narina afim de minimizar a área exposta a resistência incrementando a velocidade do streamline. | |
6. Fresh air Na subida para a superfície, o nadador deve expelir o ar que mantém acumulado desde o início da saída para no seu primeiro movimento de nado estar apto a fazer uma pegada de ar puro. |
Fonte: Revista Swimming World, edição de Junho de 2005
2 comentários:
Interessante esse nado de costas
tirei minhas duvidas em relaçao a essa modalidade.muito bomsus
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