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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Natação: Vice em 2008 compara Cielo a Armstrong e ataca: "trapaceiro"

Um dos maiores ídolos recentes do esporte brasileiro, Cesar Cielo foi duramente criticado por um rival bastante conhecido. 

O ex-nadador francês Amaury Leveaux, que perdeu o ouro para o brasileiro e ficou na segunda posição nos 50 m livre dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, simplesmente detonou o tricampeão mundial da categoria.

 Em polêmica biografia lançada nesta semana, Leveaux comparou Cielo ao ex-ciclista Lance Armstrong e o chamou de “trapaceiro”.


No livro intitulado Sexo, Drogas e Natação, Amaury Leveaux não aliviou e disparou para todos os lados. Um dos maiores alvos foi Cesar Cielo. 
Indignado, o francês lembrou o caso de doping do brasileiro em 2011 (quando não houve punição, e Cielo participou do Mundial de Xangai) e  o comparou ao ex-ciclista americano Lance Armstrong, banido do esporte por ter utilizado substância proibidas em seus sete títulos da Volta da França.
"Trapaceiros são como pedófilos... Bala na cabeça. Sou extremista", disse o francês, ao jornal L’Equipe. 
Ele, que atualmente tem 29 anos e está aposentado, ficou mundialmente conhecido pela medalha de prata conquistada nos Jogos Olímpicos de 2008, na prova dos 50 m livre. 
Na ocasião, foi Cielo quem subiu ao ponto mais alto do pódio.

“Quando penso hoje nesta segunda posição, não é a derrota que me dói. O que me machuca é o comportamento de Cielo e de outros nadadores. Em várias ocasiões ele foi suspeito de trapaças. Chamemos as coisas por seus nomes sem rodeios: suspeitas de doping pesam sobre ele, mas não se pode acusar sem provas”, escreveu o francês na biografia, de acordo com o Mundo Deportivo. Em contato com a reportagem, o estafe de Cielo afirmou que o nadador não vai se pronunciar sobre o tema.

Leveaux não disparou apenas contra o brasileiro. 
O ex-nadador, que abandonou as piscinas em 2013 e foi medalhista de ouro no revezamento 4x100m nos Jogos Olímpicos de Londres, detonou os próprios companheiros, revelando que nadadores franceses fazem uso frequente de drogas. 

“A cocaína é um agente dopante. É o tipo de droga feliz que te dá o sentimento de ser invencível e nunca se sentir cansado, levando a seu limite e transformando-o em um guerreiro”, escreveu em um trecho da biografia.

Informada das acusações de Leveaux, a vice-presidente da Federação Francesa de Natação, Lucien Gastaldello, repudiou as declarações do ex-nadador e deixou claro que ele "deu um tiro no próprio pé". A expectativa é de que o medalhista de prata nos 50 m livre em Pequim seja processado.

Fonte: Terra

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Ana Marcela Cunha, conquistou a medalha de prata na etapa mexicana da Copa do Mundo



A tricampeã mundial de Maratonas Aquáticas, Ana Marcela Cunha, conquistou a medalha de prata na etapa mexicana da Copa do Mundo disputada na ilha de Cozumel, no México. 
Ana Marcela foi a única brasileira, entre homens e mulheres, a subir ao pódio nesta competição.
Ana Marcela completou os 10km do percurso em 1h48m04s, apenas três segundos atrás da norte-americana Haley Anderson, que ficou com o ouro. 
A italiana Aurora Ponsell, completou o pódio. 
Na celebração da prata, Ana Marcela Cunha fez uma homenagem a nadadora Sarah Correa, vítima de um atropelamento fatal.

Copa do Mundo de Natação muda e agora será em piscinas de 50 metros

A Federação Internacional de Natação (Fina) anunciou nesta sexta-feira 08/05/2015, uma importante mudança no seu calendário de eventos.
 A Copa do Mundo de Natação, usualmente realizada em piscinas curtas (de 25 metros), terá suas oito etapas de 2015 em piscinas de distância olímpica, de 50 metros. 
Além disso, elas serão válidas como tomada de índice para os Jogos do Rio-2016.
A metragem curta das piscinas esvaziou a Copa do Mundo nos últimos anos. Ela só era interessante para atletas que competissem em todas as etapas, diversas vezes, somando pontos para um ranking geral, que vale boa premiação em dinheiro.
 A húngara Katinka Hosszu chegou a ganhar 10 medalhas em uma única etapa, de dois dias, no ano passado.

Como na natação os treinamentos visam o ápice do atleta em um pequeno número de períodos do ano, as etapas da Copa do Mundo serão reunidas em três blocos.
 O primeiro será logo após o Mundial de Kazan, com etapas em Moscou (11 e 12 de agosto) e Paris (15 e 16).
O segundo bloco inclui as etapas de Hong Kong (25 e 26 de setembro), Pequim (29 e 30 de setembro) e Cingapura (3 e 4 de outubro).
 Por fim, são outros três eventos em datas próximas: Tóquio (28 e 29 de outubro), Doha (2 e 3 de novembro) e Dubai (6 e 7 de novembro).
ÍNDICES - Diferente do atletismo, que aceita índices feitos em qualquer prova oficial, na natação a Fina indica uma pequena lista de eventos que valem como tomada de tempo.
 No Brasil, para os Jogos do Rio, apenas o Troféu José Finkel (agosto de 2015) e o Torneio Open (dezembro de 2015).
Pelas regras da Fina, um atleta brasileiro pode obter índice nadando os campeonatos nacionais de outros países, mas Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) costuma limitar a obtenção de marcas a provas no País. 
A entidade não anunciou ainda suas regras para os Jogos do Rio.

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quarta-feira, 18 de março de 2015

Rei e Rainha do Mar 2015


Rei e Rainha do Mar   com    vagas para  
a primeira etapa no dia 29 de março 2015

Natação no mar (Sprint, Classic e Challenge), beach run, beach biathlon e stand up paddle prometem agitar a orla das praias do Leblon e Arpoador?

Se esses nomes assustam de primeiro momento, acostume se!
Pois esses eventos agregados  buscam popularizar essas provas mais tradicionais e ao mesmo tempo atingir um público maior e mais variado .

No dia 29 de março, os apaixonados pelo esporte terão a oportunidade de participar de uma edição especial do Circuito Rei e Rainha do Mar 2015.
 Neste ano, o evento completa sete anos. 
O circuito passou a integrar o World Open Water Swimming Series, uma série que reúne as 13 melhores competições de águas abertas do mundo, sendo ele o único representante da América do Sul. 
As inscrições podem ser feitas através do site oficial.
Circuito Rei e Rainha do Mar euatleta (Foto: Divulgação)

Segundo o idealizador e diretor Pedro Rego Monteiro, cerca de 30% dos participantes vêm de fora do estado do Rio de Janeiro. 
O que começou como um evento exclusivo de natação, hoje conta com provas também fora d’água, como a Beach Run, corrida 100% na areia, e o Beach Biathlon, para aqueles que não se contentam apenas em só correr ou só nadar. 
Além disso, reúne provas de Stand Up Paddle, modalidade que virou sucesso na cidade nos últimos anos.
A primeira etapa do ano será realizada no dia 29 deste mês e ainda há vagas em todas as modalidades. 
Saiba mais sobre as provas:
O Sprint (1 km), o Classic (2 km) e o Challenge (3,5km) são as provas que recebem o maior número de competidores. 
A disputa de 1 km e 2 km conta com os nadadores que preferem um percurso mais curto ou que estão há menos tempo no esporte. 
Já a tradicional prova Challenge, a mais longa, é a prova mais desafiadora para os nadadores e a travessia mais bonita dessa etapa, com largada na Praia do Arpoador e chegada no Leblon.
Os apaixonados por corrida poderão participar do Beach Run, única prova 100% de corrida na areia, com um percurso de 4,5 km. A pedido dos atletas acostumados a competir em provas casadas, a organização criou o Beach Biathlon, com 1km de natação e 2,25km de corrida na areia.
Circuito Light Rei e Rainha do Mar 2014 (Foto: Divulgação /Circuito Light Rei e Rainha do Mar)Beach Run também faz sucesso entre os participantes (Foto: Divulgação /Circuito Rei e Rainha do Mar)
O stand up padle também terá espaço no evento com a disputa do SUP Race. As distâncias de 2km, 6km e 12km recebem iniciantes e experientes na modalidade.
 As provas de stand up paddle também valem pontuação para o campeonato estadual da modalidade.
Para os atletas PCDs (Pessoas com Deficiências), os organizadores prepararam um regulamento diferenciado, área reservada para a categoria, largada exclusiva, staff e segurança especializada para atendê-los.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

BÓIAS PARA CRIANÇAS...VILÃS OU HEROÍNAS???

USO DE BOIAS PARA CRIANÇAS ... 



A necessidade de usar boias vai depender muito de quanto a criança está acostumada a nadar.
 Um profissional especializado em natação infantil poderá ajudar a determinar isso. 
Nas aulas de natação, normalmente ocorre uma ambientação aquática de modo que a criança tenha segurança e capacidade de nadar sem a boia, mas isso só acontece com o tempo. 

Usando ou não as boias, é fundamental que os pais fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na praia ou na piscina. 
As crianças devem ser supervisionadas a cada segundo e sempre por um adulto que não tenha medo da água e que saiba como proceder em casos de emergências. 
Há o risco, por exemplo, de a criança com boias nos braços se desequilibrar e ficar com o rosto na água, podendo se afogar.




Atividades na água precisam de coletes e boias salva-vidas

Conheça os tipos de boia e coletes salva-vidas e qual importância deles na proteção dos filhos

Se a sua família gosta de esportes náuticos como canoagem, vela, surf, ski ou de brincadeiras na água, em lagos, rios, córregos e praias verifique se seus filhos usam os coletes salva-vidas corretamente. 
Eles devem fazer parte dessas atividades e torná-las mais seguras.
Muitas crianças e adolescentes pensam que coletes e boias salva-vidas são quentes, volumosas, e feias. 
Isto já não é verdade. 
Os modelos mais recentes são mais confortáveis e proporcionam uma proteção maior. Na hora da escolha, procure saber:
Coletes salva-vidas
Tipo 1: Este colete flutua melhor.

 Ele foi projetado para deixar aquelas pessoas que entram no estado inconsciente na água, na posição com o rosto para cima, na vertical e um pouco para trás.
 É para ser usado em lugares abertos e oceanos. O item está disponível em duas versões: para adultos com mais de 50 quilos e para crianças com menos de 50 quilos.
Tipo 2: Também mantém uma pessoa na posição vertical e um pouco para trás, mas não tanto como o tipo 1. 
Nem sempre pode ajudar quem estiver no inconsciente a flutuar. 
É confortável e vem em diversos tamanhos para crianças.
Tipo 3: Esta jaqueta foi projetada para usuários conscientes, que estão calmos em águas interiores. 

É muito confortável e vem em muitos estilos. 
Este colete salva-vidas é usado para esportes aquáticos e deve ser utilizado somente quando se espera que o resgate seja feito rapidamente.
Boias salva-vidas

Tipo 4: Uma boia salva-vidas é uma almofada ou um anel que é usado para flutuação.
 Ela é projetada para ser usada de duas maneiras: 
pode ser presa e mantida até que a pessoa seja resgatada ou ser jogada com alguém na água até que ele ou ela sejam resgatados. 
Não é um brinquedo e só deve ser usada em uma situação de emergência.
Lembre-se, a menos que seus filhos vistam ou usem coletes e boias salva-vidas, eles não estão protegidos. 
Além disso, estes itens de segurança não devem ser substitutos da supervisão dos adultos.
Dicas de segurança:
  1. Seus filhos devem usar coletes salva-vidas, em todos os momentos, em barcos ou perto da água;
  2. Ensine o seu filho a colocar no colete sua própria vida;
  3. Faça criança ter certeza de que é confortável vestir um colete salva-vidas e saber como usá-lo;
  4. Verifique se o colete salva-vidas é do tamanho certo para seu filho. A jaqueta não deve estar solta; sempre ser usada como ensinado nas instruções, com todas as tiras e com cinto;
  5. Boias de brinquedos e de braços, barcos infláveis e colchões de ar nunca devem ser usados como coletes salva-vidas. Eles não são seguros;
Os adultos também devem usar coletes de salva-vidas para sua própria proteção e para dar um bom exemplo aos filhos.
Fonte: O Programa de Prevenção de Lesões – Academia Americana de Pediatria (Revista 09/05) 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Afogamento Infantil - Cuidado!

Afogamento de crianças é mais comum do que se imagina!


Nunca deixar as crianças sozinhas na banheira é uma das dicas para se evitar o afogamento
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Em um país como nosso, em que a temperatura é amena ou quente boa parte do ano e existem muitos rios volumosos, represas, lagos, lagoas, praias além de que atualmente as piscinas estão em lugares como parques, clubes, condomínios e casas, o cuidado com as crianças que frequentam estes espaços deve ser reforçado.
No Brasil, segundo Ministério da Saúde, em 2005, 1.496 crianças de até 14 anos morreram vítimas de afogamentos, sendo a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização, por acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos.
É importante salientar que os perigos estão em ambientes familiares tais como piscinas, baldes, banheiras, poços e não estão apenas nas águas abertas como mares, represas e rios.
 Para uma criança que começou a andar recentemente, por exemplo, três dedos de água representam um grande risco.
Outro fator que contribui para que o afogamento seja um dos acidentes mais letais para crianças e adolescentes é o que acontece de forma rápida e silenciosa.
Vamos imaginar um banho de banheira de um bebê: 
o pequeno intervalo para se virar e pegar uma toalha é o suficiente para uma criança fique submersa na banheira. 
Se você se afastar por 2 minutos para atender ao telefone, isto pode ser o bastante para ela perder a consciência. 
Se demorar mais do que 4 minutos, a lesão cerebral pode ser permanente.
Como proteger uma criança de um afogamento:
1) Esvaziar baldes, banheiras e piscinas infantis, depois do uso e guardá-los sempre virados para baixo e longe do alcance das crianças;
2) Despeje a água antes de retirar a criança da banheira e esconda a tampa de modo a que a criança não possa preparar o seu próprio banho;
3) Nunca deixe uma criança com menos de 3 anos sozinha na banheira, mesmo quando ela já se senta bem. Durante o banho, não atenda ao telefone e e nem porta;
4) Conservar a tampa do vaso sanitário fechada, se possível lacrado com algum dispositivo de segurança “à prova de criança” ou a porta do banheiro trancada;
5) Manter cisternas, tonéis, poços e outros reservatórios domésticos trancados ou com alguma proteção que não permita “mergulhos”;
6) Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 metro que não possam ser escaladas e portões com cadeados ou trava de segurança que dificultem o acesso dos pequenos;
7) Alarmes e capas de piscina garantem mais proteção, mas não eliminam o risco de acidentes. Esses recursos devem ser usados em conjunto com as cercas e a constante supervisão dos adultos;
8 ) Grande parte dos afogamentos com bebês acontece em banheiras.
 Na faixa etária até dois anos, vasos sanitários e baldes podem ser perigosos. 
Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água;
9) Evitar brinquedos e outros atrativos próximos à piscina e aos reservatórios de água;

Algumas características do desenvolvimento contribuem para que crianças pequenas fiquem mais vulneráveis a afogamentos, tais como:
1) Diferentemente dos adultos, as partes mais pesadas do corpo da criança pequena são a cabeça e os membros superiores. 
Por isso, elas perdem facilmente o equilíbrio ao se inclinarem para frente e consequentemente podem se afogar em baldes ou privadas abertas;
2) O processo de afogamento é acelerado pela massa corporal do indivíduo;
3) Elas não têm maturidade, nem experiência para sair de uma situação de emergência;
4) Boa parte das crianças que se afogam em piscinas está em casa sob o cuidado dos pais. Um mero descuido deles basta para que ocorra um afogamento.

Observação:
O afogamento caracteriza-se pela falta de oxigênio no sangue (hipoxemia), que afeta todos os órgãos e tecidos. 
A intensidade da hipoxemia é determinada pelo tempo em que a pessoa fica submersa, pela quantidade e tipo de líquido que é aspirado para dentro do pulmão e pela resistência individual de cada afogado.
A duração da submersão é fundamental, porque a quantidade de oxigênio nos vasos sanguíneos vai caindo (exponencialmente) durante a asfixia. 
O período máximo, antes de ocorrer lesão irreversível, é incerto, mas provavelmente é de três a cinco minutos.

Fontes: Criança Segura e APSI – Associação para a Promoção de Segurança Infantil, Portugal; A CRIANÇA SEGURA – http://criancasegura.org.br; Aliança Europeia de Segurança Infantil; Programa de Prevenção de Lesões (Copyright © 1994 Academia Americana de Pediatria revista 09/05); http://zonaderisco.blogspot.com

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Médico que dopou campeão olímpico sul-coreano é acusado de negligência


A promotoria da Coreia do Sul acusou nesta sexta-feira 20/02/15 de negligência profissional
 o médico que injetou testosterona no nadador sul-coreano Park Tae-hwan,
 campeão olímpico e mundial que testou positivo para a substância em um exame antidoping.

Seul, 6 fev (EFE).- A promotoria da Coreia do Sul acusou nesta sexta-feira de negligência profissional o médico que injetou testosterona no nadador sul-coreano Park Tae-hwan, campeão olímpico e mundial que testou positivo para a substância em um exame antidoping.
O médico, identificado apenas pelo sobrenome Kim, aplicou uma injeção no atleta, em julho do ano passado, sem revelar que ela continha testosterona. 
Ele também não teria explicado os riscos e os efeitos secundários das substâncias, segundo as acusações apresentadas pelos promotores.
A promotoria, que anunciou hoje em Seul os resultados da investigação, considerou que o doutor não tinha consciência de que a testosterona era uma substância proibida pela Agência Mundial Antidoping (AMA).
Em todo caso, como Kim se recusou a explicar o conteúdo da injeção apesar dos pedidos do atleta, ele descumpriu a obrigação médica de passar aos pacientes todas informações sobre os remédios prescritos.
Park Tae-hwan, ouro nos 400 metros livres nos Jogos Olímpicos de Pequim, comparecerá em uma audiência da Federação Internacional de Natação (Fina), marcada para o dia 27 de fevereiro, na Suíça, após a confirmação da presença da substância em dois testes realizados com sua urina.

O exame que detectou o doping de Park ocorreu antes do início dos Jogos Asiáticos, realizados em Incheon, na Coreia do Sul, nos quais o nadador levou uma medalha de prata e outras cinco de bronze.
Acredita-se que a Fina pode retirar essas últimas conquistas do atleta e deixá-lo dois anos longe das piscinas como forma de punição.
Park foi o primeiro sul-coreano da história a ganhar uma medalha de ouro olímpico na natação.
 Além disso, ele também conquistou a prata nos 200 metros do mesmo estilo nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Em Londres-2012, ele ficou com a segunda posição em ambas as provas. 


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