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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Cielo dá o troco em Manaudou e vence os 100m livre em Doha

O brasileiro César Cielo conquistou a medalha de ouro neste domingo nos 100 metros nado livre (45.75) no Mundial de Piscina Curta em Doha, à frente do francês Florent Manaudou (45.81) e do russo Danila Izotov (46.09).

"Estou muito animado, eu não esperava, para ser honesto", disse Cielo após a prova.

"Brasil e França compartilham uma longa história: Ayrton Senna e Alain Prost, eu e Frederick Bousquet, eu e Alain Bernard e Manaudou. Agora eu espero que tudo continue assim até os Jogos", acrescentou o brasileiro.

Cesão deu o troco em Manaudou, que o derrotou na sexta-feira na prova dos 50 m livre, como nos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

Cielo soma cinco medalhas neste mundial: além desse ouro nos 100 m livre, ganhou outros dois, no revezamento 4x50 m livre e 4x100 m masculino, além de dois bronzes, nos 50 m livre individual e no revezamento 4x 50 livre misto.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Mundial de Natação começa com quebra de recorde sul-americano em Doha

A Seleção Brasileira teve um bom desempenho no primeiro dia do Campeonato Mundial de Natação em piscina curta, em Doha, no Catar.
Um dos destaques do País foi Etiene Medeiros.

 A nadadora brasileira quebrou duas vezes o recorde sul-americano dos 100 m costas e se classificou para a final da prova.
Nas eliminatórias, Etiene completou a prova em 57s36, superando sua própria marca de 57s53.
Mais tarde, ela voltou à piscina para disputar a semifinal dos 100 m costas.
Com 57s13, Etiene baixou ainda mais a marca e avançou para a final com o sétimo melhor tempo.

Além de Etiene, o Brasil classificou outros três nadadores para finais e participou da decisão no 4x100 m livre.
Sem Cesar Cielo, que só nadou nas eliminatórias, os brasileiros Henrique Martins, João de Lucca, Alan Vitória e Gustavo Godoy ficaram com a 8ª posição na final, com o tempo de 3min08s31.
O ouro foi para a França, com 3min03s78.
O dia ainda teve Felipe França, Marcos Macedo e Guilherme Guido se classificando entre os oito melhores em suas provas.

Felipe cravou 57s21 nos 100 m peito e disputa a final com o sexto melhor tempo. Marcos Macedo foi o quarto mais rápido nas semifinais dos 100 m borboleta, com 50s03. Já Guilherme Guido teve a segunda melhor marca nos 100 m costas, com 50s12.
Etiene, Felipe, Marcos e Guilherme disputam as finais de suas provas no dia 04/12/14.

 Os quatro atletas são contemplados pelo programa Bolsa Atleta. 
Felipe França na categoria olímpica e os outros três na categoria nacional.
Fonte:
Brasil 2016

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Brasil vence o Desafio Raia Rápida com direito a recorde no 4x50m medley

Foto: Satiro Sodré / SSPressCom uma equipe formada por Matheus Santana, Nicholas Santos, Felipe França e Guilherme Guido, o Brasil conquistou neste domingo, pela primeira vez, o Desafio Raia Rápido, disputado no Mourisco, na piscina do Botafogo, no Rio de Janeiro.
 Os Estados Unidos terminaram em segundo, a África do Sul, em terceiro, e a Austrália, campeã do ano passado, em quarto.

Nas disputas individuais, os grandes destaques foram os brasileiros Felipe França e Nicholas Santos, o sul-africano Gehard Zandberg e o americano Anthony Ervin.

 No revezamento 4x50m medley, a equipe brasileira travou uma disputa emocionante até os últimos metros, vencendo os Estados Unidos por sete centésimos e estabelecendo o melhor tempo do mundo na prova (1m37s68). 
O país campeão da competição foi definido a partir do somatório de pontos das categorias individuais e do revezamento.

O dia começou com as provas individuais.
 Os atletas disputaram baterias eliminatórias, de 50m em cada um dos quatro estilos (costas, peito, borboleta e livre).

 Os últimos colocados foram eliminados da etapa seguinte, até que restaram apenas dois nadadores de cada modalidade.

A prova de nado costas abriu o Desafio. 
O sul-africano Gehard Zandberg venceu a bateria final contra o brasileiro Guilherme Guido. 

O americano David Plummer foi eliminado na segunda bateria e o australiano Daniel Arnamnart foi o primeiro eliminado.

No nado peito, destaques para o brasileiro Felipe França e o sul-africano recordista mundial Cameron van der Burgh, rivais de longa data, que travaram uma bela batalha na bateria final, com vitória do brasileiro.
 O americano Mike Alexandrov foi eliminado na segunda bateria e o australiano James Stacey na primeira.

O brasileiro Nicholas Santos foi o grande vencedor do estilo borboleta, batendo o americano Eugene Godsoe na final e levando o público ao delírio.

 O australiano Jayden Hadler foi eliminado na segunda bateria, conquistando o único ponto da sua equipe, e o sul-africano Giulio Zorzi na primeira.

No mais rápido dos estilos, o livre, a final foi entre dois campeões olímpicos: os experientes Anthony Ervin, dos Estados Unidos, e Roland Schoeman, da África do Sul. 

A final foi eletrizante, com vitória do americano. 

O brasileiro Matheus Santana, grande revelação da natação mundial no ano, foi eliminado na segunda bateria e Kurt Herzog, da Austrália, foi o primeiro eliminado.



Um dia a gente chega lá...

terça-feira, 1 de julho de 2014

Natação da Rússia pode ser suspensa por sucessivos escândalos de doping


Ministro de esportes russo, Mutko diz que o número de testes positivos "chegou ao limite". No mês passado, campeã mundial Yuliya Efimova foi suspensa por 16 meses

Palco do próximo Mundial de Desportos Aquáticos, que será disputado no ano que vem, em Kazan, a Rússia corre o risco de ser suspensa de competições internacionais por conta de uma série de casos de doping. A informação foi divulgada pelo ministro dos esportes russo, Vitaly Mutko, na última segunda-feira. No mês passado, a recordista mundial Yuliya Efimova foi suspensa por 16 meses após testar positivo para um esteroide proibido, DHEA. Em 2013, pelo menos cinco atletas falharam nos testes, manchando a imagem do esporte do país. 
- O número de violações das regras antidoping chegou ao limite. Se houver mais uma ou duas violações, a Federação poderá ser suspensa por completo - disse Mutko à imprensa russa. 
yuliya efimova mundial de natação  (Foto: agência Getty Images)Suspensa por doping, campeã mundial Yuliya Efimova poderá voltar a competir em 2015 (Foto: agência Getty Images)
O ministro revelou ainda que a Federação Russa de Natação é apenas um dos "diversos" órgãos desportivos do do país que correm o risco de suspensão por escândalos de doping. Ele não revelou, no entanto, o nome dos outros. 
De acordo com as regras da Federação Internacional de Natação (FINA), uma entidade membro de um país pode ser suspensa por dois anos se quatro atletas da mesma disciplina testarem positivo em um intervalo de até 12 meses, salvo algumas exceções. Cornel Marculescu, diretor executivo da FINA, contou à agência de notícias "Associated Press" que a Rússia não está nessa categoria.
- Não vamos comentar essa possibilidade - limitou-se Marculescu, acrescentando que a FINA está "extremamente confiante" da capacidade do país em receber o Mundial. 
O diretor se mostrou satisfeito com as instalações russas e agradeceu ao apoio das autoridades locais e destacou que a competição tem tudo para ser um sucesso. O Mundial irá aproveitar alguns dos espaços usados para a disputa da Universíade, no ano passado, incluindo a Arena Kazan, que também irá sediar a Copa do Mundo de 2018. 
Uma das principais esperanças de medalhas do país nas piscinas, Efimova poderá voltar a competir em 28 de fevereiro de 2015. A nadadora foi um dos destaques do Mundial de Barcelona, no ano passado, onde sagrou-se campeã dos 50m livre e 200m peito. Em novembro, em uma competição de piscina curta em Tóquio, ela quebrou o recorde de 50m peito. A russa também chamou a atenção por ter disputado os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, com apenas 16 anos. Na ocasião, ficou em quarto lugar nos 100 peito. 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Revelação americana da natação bate marca de Phelps e se inspira em Cielo

Aos 15 anos e com 1,95m, Michael Andrew já derrubou 75 recordes em sua carreira, além de outros feitos. 

Meta é disputar as Olimpíadas do Rio, em 2016

Enquanto Michael Phelps vive seu retorno às piscinas, os Estados Unidos acompanham o surgimento de uma nova promessa da natação.
 Aos 15 anos e com 1,95m, Michael Andrew já coleciona recordes e conquistas em sua curta carreira. 
Até aqui, ele já quebrou 75 marcas nacionais, sendo uma do maior campeão olímpico da história, nos 200m medley junior, no ano passado.
 Agora, a meta é participar das Olimpíadas do Rio, em 2016, quando ele terá 17 anos.
- O objetivo a curto prazo seria a Rio 2016, claro. 
Quando ouço falar do Rio, penso que tenho uma chance de estar lá e em como seria incrível. Seria realizar um sonho mesmo - disse a revelação ao SporTV.
Enquanto derruba as marcas de Phelps, Michael se inspira em Cesar Cielo, especialista em suas provas preferidas, de curta distância. 
Durante uma competição nos Estados Unidos, o jovem teve a oportunidade de encontrar o tricampeão mundial dos 50m livre e aproveitou para tirar uma foto.
- Fui falar com ele, é um amor, um cara muito bacana. Nós vemos ele batendo no peito, aquilo intimida, é assustador, mas fora disso ele é uma pessoa maravilhosa - afirmou o jovem sobre o já conhecido ritual de Cielo.
Cielo e Andrew (Foto: Reprodução / SporTV)Andrew posa ao lado do ídolo Cesar Cielo durante competição (Foto: Reprodução / SporTV)
O bom desempenho é seguido de perto por Phelps, que prevê um futuro de sucesso para o novo fenômeno. Para isso, precisa se adaptar aos torneios em piscina curta e longa.
- O garoto é um nadador talentoso, ele quebrou um monte de recordes, incontáveis recordes. O garoto é demais, é grande. Ele é do meu tamanho, só que maior. E ter altura é muito importante para um nadador. Só depende de como será a transição de piscina curta para longa - avaliou o recordista de medalhas olímpicas.
As vitórias também fizeram com que Michael, que não defende clubes ou escolas, alcançasse feitos fora dela. 
Aos 14 anos, ele se tornou o mais jovem americano da história da natação a se profissionalizar, o que significa ter um patrocinador. Por conta dos compromissos com as competições, Michael estuda à distância.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Vitória a todo custo...

Campeã mundial de natação e recordista, russa é suspensa por doping

A russa Yuliya Efimova, campeã mundial de natação em 2013, nos 50m e nos 200m, foi suspensa por 16 meses pela Fina (Federação Internacional de Natação). 
Ela teve doping confirmado. 
Yuliya testou positivo para DHEA, um hormônio esteróide. 
O teste foi realizado em outubro de 2013, durante competição de natação em Los Angeles (Estados Unidos). 
Apesar da punição ter sido confirmada apenas agora, a russa cumpre suspensão prévia desde janeiro de 2014.
Os 16 meses de suspensão impostos pela Fina valem a partir do teste antidoping, ou seja, outubro de 2013. Sendo assim, a russa poderá voltar às piscinas a partir de fevereiro de 2015. 
Yuliya Efimova foi destaque em 2013 durante o Mundial de Natação de Barcelona. Na ocasião, ela foi campeão dos 50m e dos 200m peito. 
Em novembro, em competição em Tóquio, ela bateu recorde mundial dos 50m peito, piscina curta. 
A russa também  virou destaque no mundo por ter participado das Olimpíadas de Pequim, em 2008, com 16 anos, quando ficou em quatro lugar nos 100m peito

Para não perder o sabor da vitória muitos nadadores se arriscam além do necessário...

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Com incentivo da família tudo fica mais fácil

As irmãs Bruna Eduarda Darolt, de 12 anos, e Danieli Luiza Darolt, de 15 anos, fazem natação desde os quatro anos, com incentivo da mãe Simone Mucke, que optou pela natação por ser um esporte completo.
- Sempre achei a natação um esporte em completo. Elas gostaram bastante e as medalhas começaram a aparecer, então não tem como não incentivar – diz a mãe.
Danieli Luiza Darolt, de 15 anos, (esquerda) e Bruna Eduarda Darolt (direita) com os pais e a avó (Foto: Lauane Sena)Danieli Luiza Darolt, de 15 anos, (esquerda) e Bruna Eduarda Darolt (direita) com os pais e a avó 
Desde então, a família sempre acompanha as atletas nas competições. E na tarde desta quarta-feira (21) além da mãe e do pai, a avó das meninas também foram torcer pelas netas. As duas irmãs disputaram os Jogos Escolares de Vilhena (JEV’s). 
Danieli participa de competições há cinco anos e já acumula mais de 60 medalhas. 
A jovem conta que apesar de praticar outros esportes, o amor pela natação sempre foi maior. Danieli diz que não pretende seguir carreira como nadadora, mas é uma atividade que não abre mão. Após acompanhar o desempenho da irmã nas competições, Bruna também começou a competir e já conquistou 23 medalhas.
Nesta quarta Danieli participou de três provas, 200 metros medley, 100 metros borboleta e 50 metros borboleta. Por falta de competidores, a jovem nadou sozinha em todas, mas isso não é garantia de classificação segundo Danieli.
- É muito mais difícil nadar sozinha porque aí não vamos com todo o gás e para se classificar precisamos de um bom tempo, por isso preciso de um bom tempo para ir para o Regional – explica.
Oito atletas participaram das 14 provas da modalidade. De acordo com a Coordenadora de Educação Física da Seduc, Maria Angela Faust, a natação ainda é um esporte que não atrai muitos atletas em Vilhena e por isso cada atleta pode competir em até três modalidades.
De acordo com Danieli, o objetivo é participar novamente da fase nacional da competição. A jovem participou do Brasileiro no ano de 2012 e concorreu com mais de 200 atletas e ficou em 19º lugar. A jovem também já participou da Copa Amazônia em 2013, que reuniu atletas dos estados de Rondônia, Acre, Amazonas e Roraima e conquistou cinco medalhas de outro. E também em 2013, garantiu mais duas medalhas, uma de ouro e uma de prata, nos Jogos Escolares de Rondônia.
- Agora eu já sei como é a competição, vou tentar me classificar e trabalhar para chegar o mais próximo possível do tempo das meninas que disputam lá - finaliza.