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domingo, 27 de abril de 2014

Malhação na menopausa: conheça os melhores exercícios para essa fase. Adivinha? Natação


Especialistas apontam as atividades ideais para fortalecer o esqueleto e blindar o coração durante o climatério - até os fogachos podem sair de cena.

Para os experts, não há dúvidas: a prática regular de atividade física no climatério (período caracterizado por alterações hormonais que culminam na última menstruação) pode evitar, ou ao menos atenuar, a evolução de problemas capazes de colocar a saúde da mulher em risco. Por causa do déficit de estrogênio, o hormônio que os ovários param de produzir nessa fase, o calorão dos fogachos e as variações de humor e disposição dão as caras.
Além disso, há uma propensão muito maior a males como diabete, osteoporose e doenças do coração. 
E não faltam estudos que comprovem os benefícios de uma vida ativa para afastar essas encrencas. "A prática regular e orientada de exercícios é indicada em qualquer fase da vida. No entanto, quanto antes ela for adotada, melhor para a saúde da mulher", reconhece o preparador físico e doutor em ciências da motricidade Ricardo José Gomes, da Universidade Federal de São Paulo.

Alívio nas ondas de calor
Um trabalho da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugere que 30 minutos diários de atividade física amenizam os calores da menopausa. 
Ainda não se sabe quais são os mecanismos por trás dos fogachos, mas o fato é que as mulheres que participaram da pesquisa reportaram uma melhora considerável depois de malhar. “
O exercício também modula o humor e reduz o estresse, outros fatores ligados ao aparecimento das ondas de calor", diz Steriani Elavsky, especialista em ciência dos movimentos e uma das autoras da pesquisa.


Saiba quais são as melhores modalidades para quem está no climatério



Consulte um médico para saber qual atividade é mais apropriada para você.
1. Hidroginástica
Amiga do coração, só peca por um fator: falta de impacto, essencial para a prevenção da osteoporose. Por isso, tem de ser combinada a outros esportes. Ou utilizar sobrecarga de equipamentos como halteres e caneleiras.
2. Natação 
Nesta atividade os braços e as pernas se movimentam de forma cíclica e contínua, o que leva ao aumento da frequência cardíaca e respiratória.
Auxiliam na queima de gordura, ajudando a eliminar os quilos extras. 
São responsáveis por aumentar o pique, já que fortalecem a capacidade pulmonar, elevando a resistência à fadiga.
Ajudam a diminuir o estresse e a ansiedade, melhoram a qualidade do sono e o humor (devido ao aumento da produção do neurotransmissor serotonina) e fortalecem o sistema imunológico e o sistema cardiorrespiratório.
 
3. Caminhada
É a queridinha dos especialistas, sobretudo por não exigir demais do organismo. Pratique de três a seis vezes por semana, durante, no mínimo, 30 minutos.

4. Dança
Jazz, dança contemporânea, de salão... Não importa o tipo. Rodopie na pista de duas a cinco vezes por semana, durante, pelo menos, 30 minutos.
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5. Musculação
Deve ser feita de duas a três vezes por semana e, de preferência, associada a um exercício aeróbico, como corrida ou natação. Carga e intensidade variam caso a caso.


Os efeitos dos exercícios em cada parte do corpo durante a menopausa


Se a menopausa desregula, os exercícios ajudam a equilibrar.

1. Músculos
Com o passar dos anos, a mulher perde muita massa magra. Fortalecer a musculatura ao redor do joelho, por exemplo, é essencial para manter o equilíbrio e evitar quedas.

2. Cérebro
Exercitar-se regularmente auxilia na regulação dos sistemas cerebrais que a depressão desbalança. Melhora, entre outras coisas, a comunicação entre as células nervosas.

3. Coração
A deficiência de hormônios femininos é responsável por aumentar o risco de infartos. Invista em exercícios aeróbicos para prevenir o surgimento de placas nas artérias que irrigam o músculo cardíaco.

4. Abdômen
A falta do hormônio estrogênio tem sua parcela de culpa, mas o sedentarismo é um dos maiores vilões no quesito barriga. Mexer o corpo é o melhor remédio.

5. Pâncreas
Combinar musculação e modalidades aeróbicas dá uma santa ajuda no controle da glicose no sangue porque bota a insulina para trabalhar - daí seu efeito antidiabete.

6. Ossos
As atividades físicas de impacto estimulam a formação de células ósseas. Assim, o esqueleto se mantém menos poroso e mais resistente, ou seja, livre da osteoporose.

7. Vasos
Sem o estrogênio - de novo! - , a pressão arterial tende a subir. Caminhada, natação e ciclismo aumentam a flexibilidade dos vasos e evitam complicações nas pernas, no coração, no cérebro...

O ideal é combinar
 
 Para quem quer realizar um programa completo de exercícios, o indicado é praticar tanto as atividades aeróbicas quanto as anaeróbicas. Assim, é possível melhorar a resistência cardiorrespiratória, fortalecer a musculatura e prevenir a perda de massa muscular e óssea. E para um treino saudável, lembre-se de caprichar no alongamento antes e depois dos exercícios, que melhora a flexibilidade muscular e evita lesões.
 
A orientação e o acompanhamento de um profissional são sempre recomendáveis
 
Algumas dicas fazem a diferença:
1. Comece a praticar atividades físicas para prevenir o ganho de peso típico da menopausa – de 3 a 5 quilos. Flutuações hormonais podem contribuir para esse aumento. “É mais difícil de prevenir ou perder aqueles quilinhos a mais se você esperar até a menopausa para começar um programa de exercícios.”
2. Inicie um programa de fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, como exercícios de Kegel – série de exercícios criada nos anos 40 para prevenir problemas como a incontinência urinária – e não apenas do abdômen, das coxas ou das nádegas.
3. Faça exercícios de levantamento de pesos para manter os ossos fortes e reduzir o risco de fraturas. É prudente buscar orientação específica para adequar o tipo e a carga de exercícios mais adequada para você.
4. Desafie seu cérebro com exercícios de memória, palavras cruzadas e outros tipos de jogos de raciocínio – isso pode ajudar a diminuir o risco de perda de memória durante a menopausa.
5. Desenvolva e mantenha bons hábitos de sono, a fim de combater potenciais problemas de sono causados por quedas nos níveis de estrogênio.
6. Tente dormir o suficiente – falta de sono em si pode contribuir para a confusão mental e baixa libido, problemas frequentemente associados à menopausa.
7. Pondere com seu médico o uso de um creme tópico de estrogênio para ajudar a tratar a secura vaginal. A prática regular de sexo também aumenta o desejo sexual e faz com que a lubrificação aumente.
8. Faça todos os exames anuais recomendados pelo médico, incluindo controle de glicemia, colesterol, vitamina D e cálcio, bem como mamografias e exames pélvicos. Os resultados de uma colonoscopia feita aos 50 anos irão determinar a frequência de colonoscopias futuro.
9. Não negligencie seus dentes. Escove-os duas vezes ao dia e use fio dental diariamente para ajudar a prevenir a doença periodontal (inflamação das gengivas) – ela pode afetar sua saúde cardiovascular.
10. Limite o consumo de alimentos industrializados e mantenha uma dieta rica em verduras e em gorduras saudáveis como a do salmão, do abacate e do azeite de oliva. Consumi-las ajuda a manter os cabelos e a pele saudáveis.
11. Mulheres em pré-menopausa devem consumir de 1.000 a 1.200 miligramas de cálcio por dia (os especialistas recomendam tomar o cálcio em duas ou três doses menores ao longo do dia) e em pós-menopausa devem tomar 1.500 mg de cálcio por dia e 500 mg de magnésio e vitamina D, para a absorção máxima do cálcio ingerido.
12. Discuta com o médico os prós e contras do uso da terapia de reposição hormonal. Ela não é recomendada para mulheres em situação de risco para câncer de mama, trombose ou doença cardíaca.
 

Aos 90, Nora Rónai comenta recorde de natação: ‘Eu nasci já sabendo nadar’

Nadadora conta que o talento para natação é herança de família

Nora Rónai participa do Programa do Jô desta sexta-feira (Foto: TV Globo/Programa do Jô)Nora Rónai participa do Programa do Jô desta sexta-feira (Foto: TV Globo/Programa do Jô)
No Programa do Jô da sexta-feira, 25/04, o apresentador Jô Soares entrevistou Nora Rónai, que tem 90 anos e acaba de bater um recorde de natação na categoria Masters 90 a 94 anos. “A minha mãe dizia que eu nasci já sabendo nadar”, contou.
Segundo Nora, o talento para a natação é herança de família, já que sua mãe era uma exímia nadadora.
“Minha mãe era uma tremenda nadadora, que se fosse hoje, seria campeã mundial certamente”, comentou.
Durante a entrevista, Nora falou sobre a infância, a história da família e a perseguição dos nazistas e fascistas aos judeus italianos.
Ela contou que foi perseguida por uma professora sem saber a razão e que, após o início da Segunda Guerra Mundial teve que estudar escondida, porque as crianças judias eram proibidas de frequentar a escola.
A nadadora também contou como foi a vinda de sua família para o Brasil, em um navio de carga, onde quebrou o braço e perdeu a chegada ao Rio de Janeiro. Aqui, Nora conheceu o escritor, tradutor e crítico Paulo Rónai, com quem se casou e teve as filhas Laura e Cora.

Eliminatória puxada promete final de tirar o fôlego nos 50m borboleta no Maria Lenk


Cielo, Nicholas Santos, Marcelo Chierighini e Felipe Martins nadaram abaixo do índice

Cielo fez o segundo melhor tempo das eliminatórias - Satiro Sodré/CBDA
As finais da penúltima etapa do Troféu Maria Lenk 2014, nesta sexta-feira, a partir das 17h, no Parque Aquático do Ibirapuera, reservam mais uma prova de tirar o fôlego.
 Com quarto atletas nadando abaixo do íncide para o Pan-Pacífico, em agosto, os 50m borboleta teve emocionantes baterias eliminatórias.

Na prova em que Cesar Cielo é bicampeão mundial, Nicholas Santos, da Unisanta, foi o melhor (23s50). Cesar veio em seguida, com 23s81. Marcelo Chierighini, do Pinheiros, foi o terceiro (23s85) e Felipe Martins, do Minas Tênis, o quarto (23s89).

- Esse campeonato é muito puxado. Eu nado quatro provas, três revezamentos. Segurei um pouquinho. Vamos ver o que consigo fazer à tarde. Espero abaixar os 22s95 que fiz no Open do ano passado e ficar entre os melhores do mundo - disse Nicholas.

Cielo, por sua vez, enalteceu o alto nível da prova e afirmou que não dá para saber o que acontecerá à tarde, na grande final.

- Deu pra dar uma segurada bacana no final. Uma controlada boa. Não sei bem o que esperar. Vou tentar ficar otimista à tarde. Nadar abaixo de 23 segundos seria um objetivo bem bacana. Apesar de não ser uma prova olímpica, temos uma prova com nível internacional, comparando com qualquer país do mundo que tenha quatro ou cinco por provas. Temos que transferir isso para algumas provas ainda - explicou Cielo.

Na prova feminina dos 50m borboleta, Daniele Paoli de Jesus, do Pinheiros, fez 23s87e acabou ficando a quatro centésimos do índice, 26s83.

Katinka Hossú, do Corinthians, mais uma vez sobrou. Ela nadou a segunda prova em que é campeã mundial (200m medley) em 2m10s87, e bateu o recorde de campeonato que Kirsty Coventry superou quando nadou pelo Minas Tênis, em 2011 (2m11s36). O tempo representa recorde sul-americano e seu clube ganhará o bônus equivalente ao recorde. A primeira brasileira na prova depois de Katinka foi Nathalia Almeida, do Flamengo, com o tempo de 2m20s61.

Thiago Pereira, do Sesi-SP, se poupou nas eliminatórias dos 200m medley. Mesmo assim, fez o melhor tempo (2m04s73).

- O tempo foi bom para se classificar bem e a tarde dá para buscar mais. Hoje estava bem frio de manhã e isto dificulta para nós. Mas, me senti bem a vontade na prova, principalmente com o borboleta, mesmo não sabendo ainda as minhas parciais. Apesar de não estar com tempo ideal, eu procuro ficar bem aquecido antes para na hora da piscina conseguir tirar o melhor - disse Thiago.

Nos 400m livre, Bruna Primati, do Sesi-SP, cravou o melhor tempo com 4m21s18. No masculino, Leonardo de Deus, do Corinthians, saiu na frente (3m52s69), com Miguel Valente, do Minas Tênis, em segundo (3m54s89).

Corinthians é campeão do Brasileiro.... de Natação após 48 anos

Após 48 anos de jejum, o Corinthians voltou a conquistar o Campeonato Brasileiro Absoluto de Natação. 
Neste sábado, a equipe paulista venceu o Troféu Maria Lenk, no parque aquático do Ibirapuera, em São Paulo, deixando para trás o Minas Tênis Clube, que era o atual campeão, e o Pinheiros. 
No total, o clube do Parque São Jorge somou 2.875,50 pontos, contra 1.990,50 dos mineiros e 1.730 do rival paulista. 
O Corinthians foi campeão pela primeira vez em 1962
Depois, voltou a erguer o troféu em 1964, 1965 e 1966.
- Foi um título muito planejado. O Corinthians não deu passos que não podia. Começamos trabalhando nas categorias de base e fomos construindo pouco a pouco. Os atletas enxergam hoje o clube como uma casa. A cada ano vamos acrescentando um elemento para tornar a equipe mais forte. A natação do Corinthians nunca acaba, pois é muito trabalho. Ainda não temos um projeto com incentivos fiscais e acho que é isso o que falta para solidificar ainda mais o que é feito. Este ano trouxemos a Katinka Hosszú (húngara campeã Mundial), mas ressalto que mesmo sem ela estávamos planejados para brigar pelo título. Ter a oportunidade de trazer uma atleta como esta, num país em que a natação feminina precisa crescer, acho que é muito positivo, pois elas conseguem enxergar mais facilmente que também podem chegar lá - explicou Carlos Matheus, que é neto do ex-presidente do Corinthians, Vicente Matheus.
Vice no geral, o Minas venceu na contagem das provas masculinas, com 1.193,50 pontos. 
No feminino, também deu Corinthians, com 1.862 pontos. 
Na contagem de medalhas, o Timão somou 34 (17 de ouro, nove de prata e oito de bronze). 
O Minas ficou com 30 pódios no total (nove de ouro, 12 de prata e nove de bronze) e o Pinheiros obteve 24 medalhas (sete de ouro, oito de prata e nove de bronze).

Resultado final

Na primeira vez que a maratona aquática entrou na programação do Maria Lenk, Okimoto foi a única atleta feminina a permanecer no pelotão de frente durante toda prova. 
Atual campeã mundial, a nadadora ganhou vantagem em relação à segunda colocada, Betina Lorscheitter, logo na largada. 
No geral, Poliana ficou com a sétima posição.
Considerada a melhor atleta olímpica de 2013, Poliana encerrou sua participação no torneio com três medalhas de ouro, sendo as duas primeiras no 1500m e 800m livre e depois na maratona de 5 quilômetros.
 “Hoje eu tive que me superar, foi bem cansativo porque eu já tinha nadado três provas de fundo durante a semana e não é fácil. O ideal seria ter um tempo maior para descansar, recuperar o condicionamento, principalmente eu que sou menor que a maioria das nadadoras, mas dei o meu máximo e estou muito feliz pelo resultado”, disse Poliana.
Poliana Okimoto encerrou a participação no Maria Lenk com três medalhas de ouro
A atleta destacou a importância de se manter no pelotão de frente mesmo com os homens. “O mais legal é que consegui acompanhar os meninos durante toda a prova e isso significa demais porque há uma grande diferença de força e potência entre homens e mulheres. Espero que no ano que vem a organização encaixe a maratona de forma oficial”.

Cielo vence os 100m livre, e Matheus volta a bater recorde mundial júnior

Depois de não nadar os 100m livre na última edição do Troféu Maria Lenk, Cesar Cielo voltou em grande estilo à prova e garantiu a medalha de ouro com o tempo de 48s13, o terceiro melhor do mundo em 2014. A medalha de prata foi conquistada por Matheus Santana, que bateu na parede com o tempo de 48s61, quebrando o recorde mundial júnior que ele mesmo havia feito na manhã deste sábado
João de Lucca completou o pódio com 48s67.
Ainda cansado após a prova, Cesar Cielo afirmou que, apesar da vitória, não pensa em nadar os 100m livre nas principais competições.
 
-  Foi empolgante. Não nadava essa prova há muito tmepo, mas não deixei barato. Foi bacana. É uma disputa saudável com o Marcelo Chierighini e o João de Lucca, campeões na NCAA (a liga universitária americana). Eu penso em nadar os 100m livre só pelo revezamento. Vejo um futuro bem legal para a gente. Estou contente em ganhar a prova, mas não vou disputar o Pan-Pacífico - disse Cesar Cielo, se referindo à competição que será realizada em agosto, na Austrália, e que contará com Marcelo Chierighini e João de Lucca na prova dos 100m livre.
Cielo e Matheus (Foto: Satiro Sodre/SSPress)Cielo e Matheus se abraçam após a prova (Foto: Satiro Sodre/SSPress)
Na noite da última sexta-feira, Matheus Santana havia aberto o revezamento 4x100m do time do Unisanta para o tempo de 49s02, apenas seis centésimos acima do recorde mundial júnior. Na manhã deste sábado, nas eliminatórias, ele bateu a marca com 48s85 e na final o atleta marcou 48s61 para fazer novamente o melhor tempo do mundo para atletas até 18 anos.
-  Eu esperava baixar o recorde, mas foi melhor do que o esperado. Passei melhor do que pela manhã e voltei forte. Vou aos Jogos Olímpicos da Juventude, não vou ao Pan-Pacífico. É importante para mim, porque nadarei contra os atletas do Mundial Júnior- disse o atleta.
Os Jogos Olímpicos da Juventude serão realizados na China no mês de agosto e contarão com a presença de mais de 4.000 atletas entre 14 e 18 anos em 28 modalidades. Com o resultado deste sábado, Matheus é o sétimo colocado no ranking mundial adulto de 2014, mesmo com apenas 17 anos. Logo atrás dele nessa lista está João de Lucca (48s67).
Dinamarquesa dourada
 Na disputa feminina dos 100m livre, a medalha de ouro ficou com Jeanette Ottesen Gray, com o tempo de 53s78. 
Foi o sétimo ouro da musa dinamarquesa em sete provas no Maria Lenk - ela ainda ajudou o Corinthians a vencer o revezamento 4x100m medley para levar seu oitavo ouro. 
A segunda posição ficou com Larissa Oliveira que foi considerada a campeã brasileira. Após a prova, ela afirmou que queria um tempo melhor que os 55s13 que fez.
- Queria nadar para 54 segundos, mas fiquei feliz com o título nacional - resumiu a atleta.
Disputa acirrada nos 50m peito
Nos 50m peito masculino, quatro atletas fizeram o índice para o Pan-Pacífico mas apenas dois deles viajarão para a Austrália devido ao limite de dois nadadores por país estipulado pela Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos (CBDA). João Gomes Júnior venceu com o tempo de 27s43 - o sexto melhor do mundo em 2014 -, apenas quatro centésimos à frente de Felipe França. Os dois serão os representantes brasileiros no Pan-Pacífico e deixaram para trás Felipe Lima (27s65) e Raphael Rodrigues (27s76).
Índice no feminino
Ana Carla Carvalho conseguiu índice para o Pan-Pacífico nos 50m peito feminino, vencendo a prova com 31s87. Ela conseguiu encerrar o domínio da argentina Julia Sebastian, que havia vencido os 100m e 200m peito, mas ficou com a prata na prova deste sábado.
Foi o único índice para o Pan-Pacífico conquistado nas provas do nado peito feminino, já que nenhuma brasileira fez a marca mínima nos 100m e 200m peito.
Terceiro ouro de Leonardo de Deus
O atleta do Corinthians Leonardo de Deus já havia ganho os 200m borboleta e os 400m livre e fechou a competição com o título nos 200m costas, com a marca de 1m58s58, deixando para trás o seu companheiro de time Fernando Ernesto, que terminou com 2m00s29. O bronze foi conquistado por Fabio Santi com 2m01s25.
Leonardo já tinha feito o índice para o Pan-Pacífico nesta prova, em competição realizada em dezembro do ano passado.

sábado, 26 de abril de 2014

ENQUANTO ISSO ...TROFÉU MARIA LENK DE NATAÇÃO 2014 EM SÃO PAULO

Nicholas Santos supera Cesar Cielo nas eliminatórias do Troféu Maria Lenk
Bicampeão nos 50m borboleta, Cesar Cielo (23s89) ficou em segundo nas eliminatórias da manhã desta sexta-feira do Troféu Maria Lenk 2014, no Parque Aquático do Ibirapuera. Ele foi superado por Nicholas Santos (23s50). Atrás deles, Marcelo Chierighini (23s85) e Felipe Martins (23s89).

“Esse campeonato é muito puxado. Eu nado quatro provas, três revezamentos. Segurei um pouquinho. Vamos vez o que consigo fazer à tarde. Espero fazer um bom tempo e ficar entre os melhores do mundo”, disse Nicholas.

Cielo também afirma não saber o que esperar para o período da tarde, às 17 horas (de Brasília). “Deu para dar uma segurada bacana no final. Uma controlada boa. Não sei bem o que esperar. Vou tentar ficar otimista. Nadar abaixo dos 23s seria um objetivo muito bacana. Apesar de não ser uma prova olímpica, temos uma prova com nível internacional, comparando com qualquer país do mundo que tenha quatro ou cinco provas”, explicou Cielo.

Nos 200m Medley, Thiago Pereira fez o melhor tempo (2m04s73). “O tempo foi bom para se classificar bem e buscar mais à tarde. Hoje estava bem frio de manhã e isto dificulta para nós. Me senti bem à vontade na prova, principalmente com o borboleta”, disse Thiago.

Na versão feminina dos 50m borboleta, Daniele Paoli de Jesus (23s87). Nos 200m medley, Katinka Hossú (2m10s87) foi a melhor. Nos 400m livre, Bruna Primati liderou (4m21s18). Do lado masculino, na mesma prova, o dono do melhor tempo foi Leonardo de Deus (3m52s69).

Confira os melhores tempos da manhã desta sexta-feira:

200m Medley F - Katinka Hosszú - Corinthians - 2m10s87
200m Medley M - Thiago Pereira - Sesi/SP - 2m04s73
50m Borboleta F - Jeanette Ottesen - Corinthians - 25s66
50m Borboleta M - Nicholas Santos - Unisanta - 23s50
400m Livre F - Bruna Primati - Sesi/SP - 4m21s18
400m Livre M - Leonardo de Deus - Corinthians - 3m52s69

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Phelps, o retorno à natação

MESA - Phelps faz melhor tempo de eliminatória Norte-americano volta após 20 meses com primeiro lugar nos 100 metros borboleta no Grand Prix de Mesa
Em sua primeira prova após a aposentadoria de 20 meses, Michael Phelps  voltou às piscinas com o melhor tempo das eliminatórias dos 100 metros borboleta no Grand Prix de Mesa, disputado no Arizona.
 As finais começam a ser disputadas às 21 horas (de Brasília).
Phelps é tricampeão olímpico no nado borboleta - Matt York/AP
Matt York/AP
Phelps é tricampeão olímpico no nado borboleta

O nadador de 28 anos cravou o tempo de 52s84 na última das 14 séries eliminatórias, impondo dez centésimos de diferença em relação ao segundo colocado, seu rival e amigo Ryan Lochte. Antes da competição, Phelps disse que não prometia resultados e que, em seu retorno, só queria "se divertir".
Lochte havia nadado a eliminatória anterior de Phelps - eles se cruzaram no intervalo das provas, e Lochte brincou com o amigo. "Quem sabe não nos encontramos na final C?", disse antes de Phelps nadar.
A série do multicampeão encerrou a programação das eliminatórias. 

Alinhado na raia 4, o nadador liderou a disputa do começo ao fim, mas nos últimos 50 metros, abriu ainda mais diferença após a parte submersa do nado.
"Me senti como um novato, como se eu precisasse ter escrito na mão a minha série e a minha raia, para não esquecer", brincou. 
Enquanto Phelps se dirigia à sua raia, sorria em direção à arquibancada, que o recebeu com muitos gritos e aplausos. 
"Foi incrível, e isso é muito bom para o esporte."
Phelps estava inscrito para disputar, também, os 100 metros livre, mas abriu mão da prova para se concentrar em uma de suas especialidades.
Em sua última competição antes do hiato em sua carreira, o nadador conquistou o tricampeonato olímpico justamente nos 100 metros borboleta na Olimpíada de Londres, em 2012, com o tempo de 51s21.
O americano está inscrito para mais uma disputa no segundo dia de competições, na sexta-feira, os 50 metros livre. 
Cesar Cielo, recordista mundial da prova, fez o melhor tempo do ano durante o Troféu Maria Lenk, na quarta-feira, ao correr a piscina do Ibirapuera em 21s39.



DIZER OQUE? ISTO É... PHELPS!

Open leva a SP estrelas paralímpicas e R$ 220 mil em prêmios

São Paulo recebe um grandioso evento paralímpico a partir desta quinta-feira. Disputado até sábado, o Open Brasil Caixa Loterias de Atletismo e Natação traz ao país-sede da Paralimpíada de 2016 430 atletas de 15 países, além do Brasil, sendo 27 medalhistas nos Jogos de Londres 2012. 
Ao todo, serão distribuídos 70,5 mil euros (R$ 220 mil) em prêmios para os dez melhores de cada classe.
“Essa quantidade de medalhistas em Jogos é bom para todos. 
Os atletas ficam mais estimulados, valoriza a competição e fortalece o Brasil como sede de grandes eventos”, avalisou o multicampeão Daniel Dias, um dos destaques da natação – é o recordista brasileiro em Jogos Paralímpicos, com 15 medalhas.

 “Além disso, há algum tempo não tínhamos tantas competições importantes no país. E como agora estamos recebendo um evento internacional, serve como motivação para todos”, completou.
Campeão paralímpica, Terezinha Guilhermina vai competir em São Paulo
Foto: Getty Images
Daniel Dias está entre os 27 atletas confirmados para a prova em São Paulo que subiram ao pódio em Londres – esses atletas foram responsáveis por 57 medalhas. 15 deles são brasileiros. 
A corredora cega Terezinha Guilhermina é outro grande nome a integrar a provas de atletismo, que serão disputadas no Complexo Esportivo do Ibirapuera. 
A natação, por sua vez, será realizada na piscina do Clube Hebraica, já que o Ibirapuera recebe, nesta semana, o Troféu Maria Lenk.
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“É um Open Internacional no Brasil, como um ensaio para os Jogos do Rio 2016. Muita gente boa veio, haverá grandes disputas”, afirmou Terezinha Guilhermina. 
O evento faz parte do calendário do Grand Prix de Atletismo do Comitê Paralímpico Internacional (IPC).