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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Benefícios da natação para alunos com lesão medular


Um dos maiores valores do desporto e das atividades físicas para a pessoa com deficiência é elevar a dimensão potencial do corpo,
melhora da auto imagem e, simultaneamente, amplia as condições de efetiva função na sociedade.


A natação é considerada como um exercício que traz muitos benefícios à alunos com deficiência, pois trata-se de uma atividade que trabalha com o corpo inteiro, dentro de um ambiente que provoca relaxamento e diversas possibilidades de movimentação.

Atualmente, a área de Educação Física Adaptada vem se destacando cada vez mais, como um novo campo de atuação profissional, diversas academias, clubes, escolas têm apresentado um trabalho diferenciado direcionado a população especial. O trabalho com pequenos grupos, ou até mesmo individualizado, muitas vezes domiciliar, são também possibilidades para a atuação do profissional de Educação Física.

A imagem “http://www.edneimiguel.kit.net/natacao_fem.jpg” contém erros e não pode ser exibida.Percebendo, desta forma, a necessidade de uma atualização e especialização dos profissionais para a realização de um trabalho coerente e consciente, este estudo teve como objetivo verificar os benefícios sociais, psicológicos e físicos da prática da natação aos indivíduos com lesão medular.

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Lesão Medular

Lesão medular, segundo Winnick (2004), pode ser decorrente de uma lesão ou uma doença nas vértebras e/ou nos nervos da coluna vertebral, geralmente associado a um grau de paralisia, devido ao dano à medula espinhal. Esse grau de paralisia depende do nível da lesão na coluna vertebral e do número de fibras nervosas destruídas pela lesão.

A imagem “http://infordesporto.sapo.pt/Imagens/199508.jpg” contém erros e não pode ser exibida. Palmer & Toms (1988) relatam que o trauma é uma das causas mais comuns de lesão da medula espinhal, sendo que pode ocorrer tanto por compressão como por contusão. As lesões na medula se originam de ferimentos penetrantes por faca ou bala, fratura com deslocamento resultando numa transecção de medula, compressão por tumor, osteofito, aracnoidite, abscesso extradural, hérnia de disco ou um desabamento vertebral. Outra causa comum de lesão medular é o acidente vascular que resulta de trombose em vasos da medula, êmbolo ou hemorragia. Existem também causas congênitas no desenvolvimento anormal da coluna vertebral como no caso da espinha bífida; infecções como mielite transversa e sífilis; doenças como esclerose múltipla e paralisia histérica.


Paralisia dos 4 membros secundários a lesão medular ao nível da coluna vertebral cervical.


Paralisia dos membros inferiores secundária a lesão medular ao nível da coluna vertebral torácica e lombar.

Objetivos do Programa de Natação Adaptada

Os cinco objetivos que um programa de natação adaptada deve conter, descritos por Adams et al. (1985), enfocam o aluno em sua totalidade.

O objetivo orgânico refere-se às metas que visam aumentar e melhorar a capacidade funcional dos diversos sistemas do organismo. Entre elas se incluem: o aumento da resistência cardiovascular graças aos exercícios ininterruptos; aumento da flexibilidade e da mobilidade das articulações; melhorar a força e a resistência dos músculos, visando determinados grupos musculares ou o condicionamento geral.

O objetivo neuromuscular consiste em aumentar as oportunidades para o desenvolvimento perceptivo-motor; a execução de movimentos em vários planos diferentes (exemplo: rotações, flexão do corpo, etc.) e através de métodos diversos é indispensável para o indivíduo fisicamente deficiente que ainda não explorou tais movimentos.

O objetivo interpretativo se refere à consciência do próprio corpo. O conhecimento do potencial motor e das possibilidades do aluno é uma parte essencial do objetivo interpretativo. Na prática da natação, o indivíduo se vê confrontando com um meio multidimensional, no qual ele pode explorar, descobrir e realizar diversas habilidades motoras ainda desconhecidas.

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O objetivo social se evidencia nas diversas formas de recreação. A interação com outras pessoas é benéfica para alunos deficientes porque desenvolve a sua habilidade de lidar com os outros.Muitas vezes, essa relação social fica prejudicada em virtude da falta de variedade dos contatos sociais e também devido ao baixo auto-conceito que faz com que o portador de deficiência física se isole do convívio em grupo.

Agência A imagem “http://www.estadao.com.br/fotos/clodoaldosilva(1).jpg” contém erros e não pode ser exibida.
Clodoaldo Silva foi o grande destaque da natação do Parapan Rio 2007

O objetivo emocional é um aspecto importante, pois na natação o aluno é capaz de deixar seu dispositivo para se locomover (por exemplo: cadeira de rodas, muletas, aparelhos ortopédicos), deslocando-se de forma independente dentro da água, fato este que eleva sua auto-estima. Mesmo porque como nem todo mundo sabe nadar, a prática da natação se torna ainda mais gratificante para os alunos fisicamente deficientes.

Benefícios da prática da natação aos portadores de lesão medular

Meier (1981) acredita que a natação assume um lugar privilegiado entre os exercícios físicos a medida em que o aluno vivencia a liberdade de movimentos, que podem ser executados em todos os sentidos contra a resistência da água, assim toda a musculatura é requisitada durante a natação.

Paeslack (1978) considera a natação benéfica para paraplégicos em relação aos seguintes aspectos: recuperação ou melhoria de funções fisiológicas atingidas pela lesão, treinamento da musculatura do tronco, da cintura escapular e dos braços; treinamento da coordenação; ajuda no treinamento do equilíbrio em posição ereta ou sentada; treinamento da musculatura que foi parcialmente lesada, no caso de paresia; incentivo para melhorar o desempenho físico nos confrontos esportivos.

Para Bromley (1997), a natação possui também um grande valor terapêutico aos portadores de lesão medular no que se refere a redução da espasticidade através da natação em piscina aquecida; redução de contraturas por meio da água aquecida. Com relação às lesões incompletas, o autor coloca que estes alunos apresentam músculos esparsos enfraquecidos e sensação de áreas descontínuas, podendo obter força e coordenação por meio dos estilos de natação.

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Com relação aos benefícios dos desportos adaptados aos lesados medulares na fase de reabilitação, Souza (1994) menciona que a prática desportiva permite a utilização das capacidades remanescentes, aprendizagem de novas habilidades e diminui o número de complicações clínicas associadas à lesão medular.

Já no contexto do lazer, o desporto propicia aos paraplégicos e tetraplégicos, além dos efeitos comentados, uma maior gama de aspectos vantajosos, tais como:

  • proporciona vivências de sucesso,
  • atuando positivamente na auto-imagem e na autoconfiança;
  • viabiliza a liberação das tensões e da agressividade;
  • reduz a dependência física e psíquica;
  • reverte possíveis tendências ao ócio, à apatia e ao isolamento;
  • facilita o reingresso do indivíduo na sua vida familiar, educacional, profissional e recreacional;
  • capacita para a realização de trabalhos em grupo, estimulando a responsabilidade e a iniciativa;
  • aprimora técnicas de manejo de cadeira de rodas;
  • predispõe o indivíduo para níveis de rendimento mais elevados.


Fortaleça seu pescoço incluindo a natação na sua rotina de exercícios.
Ainda segundo o autor, a natação permite a permanência temporária fora da cadeira de rodas ou leito, contribuindo para prevenção de úlceras de decúbito; permite a prática do ortostatismo, nas lesões mais baixas, favorecendo a função circulatória; apresenta baixo risco de acidentes.

Adams et al. (1985) concorda com várias vantagens mencionadas e acrescenta que o consumo de energia durante a prática da natação prolongada é um dos mais elevados entre todas as atividades esportivas e é um fator importante para combater a obesidade, que é um obstáculo à conquista da autonomia. Além disso, segundo o autor as competições, de âmbitos estadual, nacional e mesmo internacional, ajudam a estabelecer e alcançar determinadas metas importantes para motivar o lesado medular em relação a sua vida.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

ESPECIALIZAÇÃO PRECOCE NA NATAÇÃO

ESPECIALIZAÇÃO PRECOCE NA NATAÇÃO E SEUSA imagem “http://www.hpfitness.com.br/img/imageinfantil.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

EFEITOS NA IDADE ADULTA A imagem “http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2007/07/29_1850-thiago.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Ao ser realizada uma entrevista semi-orientada um ex-atletas de natação de alto nível. Os resultados, pela opinião dos ex-atletas, indicaram que o treinamento de
natação em períodos de pouca idade , resultam DO inconvenientes, sendo que os principais são; rivalidade, stress, falta de tempo livre e outros. Porém, da repetiriam a experiência, pois consideram esse período da extrema importância para a sua formação geral, no que diz respeito a determinação, dedicação e superação por obstáculos.

A natação é atualmente um dos esportes mais praticados no País. Segundo pesquisas a natação ocupa o segundo lugar na preferência da população DO eixo Rio-São Paulo. Essa prática é acompanhada de um
aumento do número de academias e escolas de natação, bem como da preocupação dos pais em relação a importância dessa modalidade para o desenvolvimento. "A natação é um esporte completo", é uma das frases mais conhecidas pela população em geral.

Ao mesmo tempo que se observa um aumento do número de crianças envolvidas no processo de iniciação da aprendizagem existe um número razoável dessas crianças
que são envolvidas no processo de treinamento precoce da modalidade natação.

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Entedemos como treinamento precoce como atividades esportivas realizadas por crianças
com menos de 12 anos de idade, com periodicidade superior a 3 sessões semanais, carga horária superior a 2 horas por sessão, competições freqüentes e principalmente metodologia voltada para melhoria sistemática de rendimento.

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Exemplos podem ser observados principalmente nas modalidades ginástica olímpica e natação.

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Ao contrário, quando observa-se, até com uma certa freqüência, aquelas crianças que praticam judo, ou mesmo natação, ballet, 2 vezes por semana, não têm a mesma sobrecarga de treinamento, e por isso, não será considerado especialização precoce, apesar
destas atividades serem realizadas por crianças com faixa etária igualou inferior a 12 anos.

Seja em congressos, simpósios ou encontros, ou mesmo na literatura da área, existe um grande conflito EM relação a idade de início do treinamento dos esportes, de uma maneira geral. Argumentos como; se a criança começar cedo ela vai se cansar cedo, ou ao contrário, quanto mais cedo ela iniciar no treinamento melhor serão os seus resultados, são duas posições antagônicas que freqüentam as discussões na área de Educação Física e Esportes.

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Este pressuposto de que quanto mais cedo melhor O rendimento do aluno, começou a ser contestado no Brasil, principalmente a partir da discussão da questão dos valores subjacentes a uma prática precoce e paralelamente A introdução do conceito de Taxionomia do Desenvolvimento Motor . Esta classificação hierárquica dos movimentos realizados pelos seres humanos desde A concepção até a morte, preconiza que tanto a maturação como o ambiente são indispensáveis na aprendizagem e desenvolvimento de novas habilidades.

A Taxionomia de GALLAHUE (1982) sugere que somente a partir da aprendizagem das chamadas habilidades básicas e sua diversificação poderia ser incluída a aprendizagem de novas habilidades esportivas.

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Na verdade, a questão da especialização precoce é mais complexa porque envolve além dos aspectos biológicos e ambientais, a questão do contexto sócio-cultural. Incluídos neste contexto estão representantes de vários segmentos da sociedade, como técnicos,professores e dirigentes representando o mercado de trabalho, empresas que vendem produtos relacionados ao esporte, além dos pais dos alunos que freqüentemente, projetam nos seus filhos a solução dos seus próprios anseios.

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Apesar da complexidade do fenômeno é preciso buscar os melhores procedimentos, ainda que sejam de difícil aplicação prática. É preciso conhecer melhor o impacto de competições e treinamentos sobre o desenvolvimento das crianças envolvidas em atividades de especialização precoce, inclusive coletando informações daqueles que passaram por este tipo de experiência e são adultos.

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A questão que se coloca por ora é; valeu a pena passar anos da infância e adolescência dentro de uma piscina?
Quais foram as conseqüências desta prática na idade ?

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ESTUDOS

É indiscutível o processo crescente de especialização precoce, ocorrido a partir da década de 60. Este fato pode SER
creditado também a própria história da Educação Física e Esportes que passou a ver na competição e na vitória seus
valores mais importantes. Para exemplificar, lembramos que A Tcheca Vera Calawska, vencedora -em ginástica olímpica de
1964 e 1968, tinha 21 anos quando ganhou a sua primeira medalha. Em 1972, Olga Korbut sucedeu a theca, então com 17 anos. E, finalmente, Nadia Comaneci acabara de complementar 14 anos quando foi a grande vencedora EM 1976.

Em outro estudo da área, MALINA (1978) constatou que as médias de idade das atletas que participaram DO Mundial de 1968, nas modalidades de Ginástica e de natação foram, 17,8 anos e 16,2 anos, respectivamente. No Mundial de 1976 estas médias de idade caíram na Ginástica para 12 anos e na Natação para 13 anos. Estes resultados mostraram que houve uma queda acentuada das faixas etárias na década de 70, no que diz respeito ao pico de rendimento atlética.
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A especialização esportiva precoce vem sendo cada vez mais usada por professores em clubes e escolas. Isso reflete a busca de treinadores e de instituições por mais status na sociedade e uma melhor afirmação de seus nomes. Isso por sua vez reflete a necessidade de auto-afirmação do sistema capitalista vigente.

A imagem “http://oglobo.globo.com/fotos/2006/11/23/23_MHG_crianca_nadando.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Há quem diga que essa metodologia pode ser eficaz para descobrir novos talentos esportivos, no entanto, os danos são maiores que os benefícios. Quantos atletas talentosos e famosos temos hoje? Se nos preocupássemos em desenvolver as crianças longe de um contexto imediatista, certamente teríamos um número maior de atletas e de "talentos".

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Devemos ensinar esporte para as crianças para que estas possam construir autonomia, adiquirir segurança, integrar-se socialmente, para que ela possa incorporar uma cultura de lazer com o esporte e que possa usá-lo na sua vida e se tornar uma pessoa mais saudável.

Ensinar esporte às crianças é muito mais do que apenas repetir treinamentos de pessoas adultas, é contribuir para sua formação integral: suas habilidades motoras, desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e social.

A imagem “http://www.fotosearch.com.br/comp/PHD/PHD633/estilo-vida-retrato-femininas-crianca-ela-boias-natacao-~-RBK2_25.jpg” contém erros e não pode ser exibida.A imagem “http://www.meninosrabinos.com/Principal/images/11.jpg” contém erros e não pode ser exibida. Temos que estudar cada vez mais para sabermos que muitas coisas que fazemos estão erradas e para que possamos mudá-las. Mesmo assim é preocupante saber que alguns professores sabem disso e, no entanto, preferem se render ao sistema. Nesse ponto a questão é ética.


A imagem “http://mundoaqua.uol.com.br/imagens/materia/comport_ed5_2.jpg” contém erros e não pode ser exibida. Precisamos decidir-nos se seremos professores, na real essência da palavra, agentes transformadores de uma sociedade, ou se seremos apenas meros reprodutores de práticas ultrapassadas e prejudiciais.

A imagem “http://www1.istockphoto.com/file_thumbview_approve/3359274/2/istockphoto_3359274_water_boy.jpg” contém erros e não pode ser exibida.


FONTE PROF.Suraya Cristina Darido
fernando Kovacs Farinha







F

terça-feira, 6 de maio de 2008

Estimulação Precoce

A estimulação precoce é o conjunto de ações que proporciona experiências necessárias à criança, a partir de seu nascimento, para lhe garantir o desenvolvimento máximo de seu potencial, modificando as limitações físicas e intelectuais, através de manejo competente e do treinamento precoce.
O aspecto mais importante de qualquer programa de estimulação é o de responder de forma positiva às reações que demonstram que o bebê foi exposto a novas experiências de aprendizagem e se beneficiou.

Mesmo um progresso lento representa uma diferença na capacidade da criança de enfrentar melhor as tarefas de aprendizagem mais adiante.

A estimulação precoce pode e deve ser aplicada em diversas síndromes neurológicas, como por exemplo:



Síndrome de Down - é uma alteração genética, em que o indivíduo apresenta 47 cromossomos, sendo 1 cromossomo extra ligado ao par 21, ocorrendo um atraso do desenvolvimento, tanto das funções motoras do corpo, como das funções mentais.
Helcio NagamineEnergia: Thiago quer ser campeão de natação e gerente do restaurante em que é contratado com carteira assinada




Síndrome de Rubinstein Taybi - é uma síndrome caracterizada por uma quebra cromossômica e subseqüente perda de material genético, onde o indivíduo apresenta retardo mental e características típicas como: estatura baixa, nariz bicudo, orelhas ligeiramente malformadas, um palato altamente curvado, fendas antimongolóides dos olhos, sobrancelhas grossas ou altamente curvadas, cabeça pequena, polegares largos e/ou dedos do pé grandes. Às vezes, os polegares e/ou hálux são angulados. Outras características típicas incluem uma marca de nascença plana vermelha na testa, articulações hiperextensíveis, pelve inclinada e pequena, e excesso de cabelos. Meninos com esta síndrome normalmente apresentam testículos que não descem (criptorquidia). Também podem apresentar algumas alterações, tais como: dificuldades na alimentação, infecções respiratórias, infecções de ouvido, infecções de olho, obstrução do tubo lacrimal, excesso de mucosa, e às vezes diarréia, ao invés da constipação crônica mais comumente encontrada. Problemas oculares, anomalias cardíacas, anormalidades vertebrais, refluxo gastroesofágico e vômitos, anormalidades de rim, e problemas ortopédicos.







quarta-feira, 30 de abril de 2008

NATAÇÃO x MUSCULAÇÃO


Natação

Muita gente acha que precisa levantar um bocado de peso na musculação para ficar mais forte. Seria como se ficasse fazendo treinamento de resistência todos os dias na piscina, o que ninguém faz.

O treinamento de um velocista normalmente tem várias fases durante a temporada como resistência geral, potência e trabalhos de velocidade. Isto deve acontecer o mesmo numa sala de musculação.
Um velocista precisa trabalhar musculação exatamente igual ao que ele faz na piscina.
No caso DO indivíduo COMUM, é ,interessante para tornar A prática mais segura e saudável.

A imagem “http://www.thewayofsamurai.blogger.com.br/natacao.jpg” contém erros e não pode ser exibida. A variedade também é importante. Fazer a mesma coisa todos os dias deixa o seu corpo já preparado para o que vai acontecer e não acontece nenhuma transformação. É como fazer o mesmo treino na piscina todos os dias, não faz sentido algum. Assim, não faça o mesmo trabalho na sala de musculação todos os dias que a resposta será a mesma.
A imagem “http://www2.academia3demaio.com.br/loja/produtos/g_Natacao_g.jpg” contém erros e não pode ser exibida.


Uma temporada normal deve ser iniciada com um trabalho de resistência também na sala de musculação. No seguinte mês você deve entrar no trabalho de potência e depois na velocidade específica. Assim, ao final da sua temporada, você estará mais forte, mais rápido e também com melhor endurance que foi trabalhada no início do seu trabalho.


Se você deseja melhorar seu desempenho durante O nado e principalmente A qualidade, pense : vou nadar os 100 livre em 48 segundos, isso vai requerer todos os elementos citados acima. O seus primeiros 50 metros precisam ser não mais do que 1 segundo acima do que os seus melhores 50 metros. Se você fosse eliminar a virada, giro e saída de borda, deixaria o tempo do parcial quase que igual ao seu melhor 50 metros. É algo como 98% do esforço do seu 50 metros nado livre. Assim, você definitivamente irá precisar de endurance para completar a sua prova.

Saber quais exercícios a serem feitos na sala de musculação não é algo fácil para o nadador identificar. Nem tudo tem transferência para a piscina e saber identificar isso é muito importante. Porém, jamais este trabalho será mais importante do que você faz dentro d´água.

Tentar tirar o máximo proveito do trabalho de musculação e também ser inteligente ao não estressar seus músuclos neste trabalho.
Evitar pressões em demasia nos joelhos e Costas. Eu por exempolo, não gosto de fazer trabalhos de agachamento, levantamento com barra e séries muito estressantes.




Tenho visto muitos nadadores se lesionando nestes exercícios e os benefícios que você leva para a piscina não compensam a chance de se lesionar nos mesmos, para maioria dos casos levantar peso 3 vezes por semana e divido por grupos musculares é O mais indicado.

Normalmente trabalho 12 exercícios em cada sessão, utilizando pesos livres e algumas máquinas. Eu prefiro trabalhar de forma isolada (um braço, depois o outro) e acho que tiro mais proveito do trabalho. Se você souber controlar e administrar o equilíbrio dos dois braços e duas pernas na sala de musculação, não terá problemas de fazer o mesmo na piscina.

Relação de exercícios:

Peito -Supino no banco inclinado.No nado crawl a sua parte superior do peito e os ombros são bastante utilizados o que justifica a utilização deste exercício. A parte do meio do peito e a parte inferior não são tão utilizadas no nado crawl.

Costas -Os exercícios para as costas são os mais importantes. Eu normalmente faço 3 exercícios para este grupo muscular. Faço a puxada por trás no pulley e acho que este é o mais similar ao nosso movimento de nado.

Tríceps - Para os exercícios de tríceps eu gosto de fazer os movimentos na máquina em pé com uma barra curva ou com a corda trabalhando a parte final do empurrão da braçada.

Bíceps - O melhor exercício para mim é a flexão de braços sentada com movimentos alternados utilizando pesos livres.

Ombros - Para finalizar com os maiores grupos musculares, eu sugiro o trabalho em pé de extensão de ombro. Lembre que você já trabalha e muito os ombros na água, assim não sobrecarregue muito este grupamento muscular na sala de musculação. As mais freqüentes lesões em natação acontecem nos ombros.

Pernas

Quadríceps - Trabalho o exercício de extensão da perna sentada.

Musculatura posterior - Sugiro o trabalho de leg curl, com o corpo postado de barriga para baixo.

Panturrilhas - Este eu trabalho de forma isolada.

Leg Press - Existem várias máquinas diferentes e eu sempre gostei mais de trabalhar nos exercícios sentados do que os deitados. Quando você pressiona a parede nas viradas, você está na posição quase que sentado, e não deitado.

Para finalizar eu também utilizo o trabalho de subida e descida em uma caixa pliotmética de forma isolada com cada perna (com uma atenção especial quanto articulação do joelho). Sempre procurando manter o ângulo de 90 graus que utilizamos quando deixamos as paredes nas viradas.