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quinta-feira, 13 de março de 2008

DESENVOLVIMENTO X NATAÇÃO

Nadar desde criança pode formar adultos saudáveis, com disciplina e bom relacionamento.







Praticar esporte desde cedo é muito importante para o desenvolvimento da criança e uma das atividades físicas mais indicadas nessa fase é natação. Isso porque seus benefícios podem ser usufruídos até mesmo por bebês. Esses benefícios englobam tanto aspectos físicos (fortalece a musculatura do corpo e trabalha a flexibilidade das articulações), quanto orgânicos (aumenta a resistência cardiopulmonar e vascular, além de estimular o apetite e proporcionar um sono mais tranquilo), psicossociais (desenvolve a estabilidade emocional e promove a socialização) e terapêuticos (auxilia no tratamento de doenças respiratórias, como bronquite e rinite).

A modalidade pode ter inclusive efeitos positivos com relação a auto-estima, tendo em vista que a criança percebe suas diferenças em relação aos outros, mas ao mesmo tempo sabe que são apenas distinções e não limitações.

Criança na natação. Foto de arquivo de Marcelo Theobald
A prática da natação contribui para o desenvolvimento da disciplina ao estabelecer uma rotina, e também pode ser um eficiente exercício no desenvolvimento da coordenação motora, isso porque a atividade é caracterizada por movimentos simétricos.

O mais importante, porém, é que a atividade física respeite os limites da idade, seja adequada a cada fase da vida da criança para que o esporte contribua no seu desenvolvimento.




Desde a gestação

Relaxamento para a mãe e o bebê
As atividades aquáticas promovem sensação de bem-estar e relaxamento para a gestante, sendo a natação indicada quando a mãe já sabe nadar ou praticava o esporte antes de engravidar. Caso contrário, o ideal é optar pela hidroginástica.
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Na água, a flutuação alivia o peso corporal da gestante, diminuindo as dores lombares e o inchaço. A pressão da água estimula a circulação sanguínea e o funcionamento dos rins, evitando eventuais edemas e desconfortos gerados pelo acúmulo de líquido. Também estimula a atividade gastrointestinal, prevenindo a constipação intestinal e, consequentemente, o aparecimento de hemorróidas.

Entre 0 e 3 anos
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Conhecendo o mundo por meio da natação
É nesse período que a criança está descobrindo sua capacidade de interação com o mundo. Nesta fase, a natação trabalha com a adaptação e ambientação ao meio líquido.

Com as aulas de natação, os bebês desenvolvem relacionamento com outras pessoas fora do círculo familiar, passam a ter noções de espaço e tempo, conhecem diferentes estímulos (cores, texturas, temperaturas, odores, etc.), aumentam a resistência cardiorrespiratória e muscular, aprendem formas independentes de deslocar-se na piscina e se preparam psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento.

Pais e filhos em sintonia

Um dos momentos mais importantes na natação é o exercício realizado com os pais. Esse contato aprimora o desenvolvimento afetivo, já que o controle emocional é basicamente formado aos dois anos de idade.

Dos 4 aos 7 anos

Uso da touca na natação. Foto de arquivo de André Coelho



Aprimorando as habilidades

Dos 4 aos 7 anos, a criança começa a aprender os estilos, pois suas habilidades motoras já estão capacitadas para realizar movimentos do crawl e costas. Ela também passa por várias experiências corporais para conhecer os limites do seu corpo, nada cachorrinho, sapo e golfinho. Como a alfabetização está presente nessa fase, o professor também pode estimular sua mente.


Entre 8 e 10 anos estilo vida,   retrato,  femininas,   criança,  ela,   bóias,  natação.  fotosearch - busca  de fotos, imagens  e clipart

Dominando os estilos
Nessa faixa etária, a criança passa a aprender efetivamente os quatro estilos (crawl, costas, peito e borboleta).
Seu organismo estácapacitado para trabalhar o raciocínio e a conscientização . si. Então, são introduzidas nas aulas noções de ritmo (forte e fraco) e tempo (metragens e séries).


Clique na foto para ampli�-la
Até os seis anos, os professores devem ficar dentro da água e criar um ambiente lúdico-educativo, desenvolvendo temas, enredos.Dos sete aos 12 anos, podem alternar atividades dentro e fora da piscina, pois o foco está no desenvolvimento e consciência das técnicas dos nados, saídas e viradas.
André Luiz Meneghetti conquistou o ouro nos 50m costas, categoria S-11, para deficientes visuais (Foto: Eduardo Merlino/PMSCS)



A partir dos 11 anos
Preparando os campeões de amanhã
Depois que a criança aprende os quatro estilos, muitas começam a participar de torneios e festivais de natação. A competição estimula a disciplina e a concentração, além de a criança aprender a atingir metas e objetivos.


Pensando nos campeões de amanhã, os clubes de natação mantém equipes de base que preparam crianças para começar a competir profissionalmente por volta dos 13 anos.

Não basta ser pai, tem de participar
Para que as crianças continuem motivadas a competir quando mais velhas é importante que os pais estejam atentos ao desenvolvimento da personalidade unilateral, ou seja, criança que só se dedica ao esporte e não tem amigos, não vai a festas, não brinca.

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A criança tem de viver todas as fases da sua vida, pois ao entrar na adolescência pode optar em parar com a natação por conta de conflitos da idade ou mudança de interesse. Preferir namorar, sair à noite, assistir televisão ou divertir-se no computador, afirma Benno Becker Junior, autor do livro
Psicologia Aplicada à Criança no Esporte.


Existem três tipos de pais, aqueles que atrapalham, os que ajudam e os que não interferem. O ideal é que o pai e a mãe apóiem a criança participando das competições e, por mais que tenham expectativas, nunca cobrem resultados, completa Becker.


Lembre-se que a criança não deve ser exposta a uma única atividade física em alta intensidade. O ideal é que ela também conheça outras modalidades esportivas nessa fase.


Isso contribuir para seu desenvolvimento motor e proporcionar a ela a liberdade de optar pela atividade que lhe dá maior prazer em praticar!!!












quarta-feira, 5 de março de 2008

NATAÇÃO X DPOC



DPOC -
Difunção pulmonar obstrutiva
crônica.


A DPOC é caracterizada por uma limitação do fluxo aéreo que não é totalmente reversível.


A limitação do fluxo aéreo usualmente é progressiva e associada a uma resposta inflamatória do pulmão partículas ou gases nocivos.


O objetivo da natação para pacientes com alguma disfunção respiratória é desenvolver o controle respiratório, maximizar o sistema cardiovascular-respiratório e a expansão pulmonar
(NIETO et al, 1979), contribuindo assim para a melhoria dos parâmetros fisiológicos dos indivíduos.


A natação atua maximizando a fase expiratória do paciente, sendo certo também que o ambiente úmido da piscina propicia uma melhor condição de exercício para portadores de DPOC, segundo MOISÉS, MP (1989), pois permite a inalação de ar umidificado o que é benéfico para a patologia.fonte da imagem: www.asthmainformationguide.com


A Organização Mundial de Saúde ( OMS ) estima que em 2020 a DPOC será a quinta condição em termos de impacto na saúde, sendo certo que de 1980 a 1999, estima-se que a DPOC tenha alcançado um aumento de 300% de mortalidade de pacientes do Sistema Único de Saúde ( SUS), segundo dados do próprio sistema.

Tendo em vista esses dados alarmantes, vislumbra-se com esse estudo a possibilidade de estabelecer parâmetros de treinamento para pacientes com DPOC, abrindo um novo campo de atuação para o profissional de Educação Física, que pode vir a atuar junto a uma equipe multidisciplinar, auxiliando na reabilitação pulmonar do paciente.


Visando a implementação de um programa físico de reabilitação pulmonar, temos a natação como reconhecidamente, o exercício mais indicado para os portadores de doenças respiratórias,
segundo PITUCH e BRUGGMAN, (1982), sendo o mais recomendado pelos médicos desde os tempos mais remotos.










ALERTA À PRÁTICA DE ESPORTES POR ASMÁTICOS

Deve-se proceder uma avaliação antes de iniciar o trabalhos, quando se verifica o tempo que o mesmo leva para nadar a distância de 200m em nado crawl, com implemento do pé-de pato.

Dados colhidos pela Sociedade Brasileira de Asmáticos no Campeonato Gustavo Borges de Natação de 2006 mostram que 39% das crianças participantes iniciaram a prática desse esporte porque os pais acreditavam ser a natação uma eficiente medida terapêutica para o controle da asma.


Ela realmente pode ser importante para manter um bom condicionamento físico, porém, não para o tratamento da asma.

É prudente destacar que existem fatores, como o cloro nas piscinas, que estimulam as crises asmáticas e de outras alergias como a rinite.

E que todos esses pontos devem ser considerados por um médico especialista antes de receitar essa ou outra prática esportiva:

No caso dessas piscinas, em particular, uma boa alternativa seria a substituição da substância por sal ou ozônio.
Tal medida já é empregada em vários ginásios e academias de esportes, considera o dr. José Eduardo Cançado, diretor de finanças da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, SPPT.

Pacientes e seus familiares precisam levar em conta que, assim a exemplo de outras enfermidades pulmonares como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), a asma não tem cura, apenas tratamento preventivo e Portanto, nunca é demais frisar, não se deve jamais receitar por conta própria um esporte sob pena até de piorar o quadro.

Não se trata de proibir, a questão é estar preparado à prática esportiva.
O paciente deve realizar acompanhamento constante com um especialista para que sua capacidade pulmonar esteja de acordo com a atividade a ser realizada
.

Caso contrário, a doença pode ser potencializada pelo exercício. Ou seja, deve-se tratar a asma para praticar esportes sem limitações e não praticar esportes para tratar a asma, explica o dr. José Eduardo Cançado.

É fato que um bom condicionamento físico possibilita melhor funcionamento dos pulmões. Bem medicado e tratado, o indivíduo com enfermidade pulmonar terá maior capacidade de realizar os exercícios físicos.
Contudo, o especialista faz questão de deixar uma advertência aos atletas eventuais, profissionais do esporte e aos participantes dos Jogos Olímpicos de 2007 que, por ventura, sofrem com o problema:

Um bom condicionamento físico garante melhor tolerância aos sintomas da asma e aos agentes causadores .


Entretanto, existem procedimentos que devem ser seguidos sob quaisquer circunstâncias: usar medicação preventiva diariamente, usar broncodilatador antes de treinos e competições; fazer um bom aquecimento a fim de controlar os provocadores; ter sempre o medidor de pico de fluxo acessível; evitar contato com produtos de limpeza, poluentes, ácaros e fumaça de cigarro.

Todos esses cuidados devem ser tomados sob consentimento médicos.A imagem “http://www.venuscreations.ca/images/individual/NATACAO.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Métodos

Uma vez tendo sido diagnosticada a DPOC, través de exames clínicos e complementares (espirometria e prova de função pulmonar) e tendo sido o paciente devidamente liberado para a prática da atividade física deve ser iniciado o treinamento do mesmo.

O treinamento de natação deve priorizar o nado de crawl devido ao ritmo respiratório inerente ao mesmo e a proximidade da ventilação próxima a água, com expiração forçada.

O treinamento pode ser montado com base num macrociclo de 12 semanas de trabalho, com microciclos de 01 semana.

Deve-se proceder uma avaliação antes de iniciar o trabalhos, quando se verifica o tempo que o mesmo leva para nadar a distância de 200m em nado crawl, com implemento do pé-de pato .

Ao final da décima segunda semana deve o sujeito ser reavaliado.

Finda a décima segunda semana a programação é reiniciada, com incremento de carga, que deve ser feito pelo aumento do volume do treinamento e não pelo aumento da intensidade do mesmo.


Qual seria o melhor treino para melhora cardio-respiratória sem emagrecer?





Eu sei nadar há bastante tempo, mas fiquei muito tempo sem nadar, comecei essa semana novamente, e queria fazer um treino pra melhora cardio-respiratório, não pra emagrecer, pois já faço spinning e musculação.


Qual seria o melhor treino?

Como você já começou o importante é que esse início seja tranquilo sem séries muito fortes e longas.

Pois a resistência cardio-respiratória que desenvolvemos no meio líquido se difere quanto ao impacto.




Spinning é uma atividade bastante aérobica e musculação por ser predominante força pode dar impressão que podemos começar intensamente.

Faça séries de adaptação primeiro, depois você pode trabalhar com exercícios mais aeróbios intervalando com de força, trabalho com palmar ou luva, perna com ou sem resistência.

. . .


Ex.A

Marque uma zona de 100 metros para que você saiba a distância percorrida.
Aqueça, alongando os grupos musculares.
Nade de 800 metros a 1000 metros em seu ritmo, descansando de 30 segundos a 1 minuto a cada 100 ou 200 metros.

Ex.B

5 minutos de aquecimento em ritmo suave.
800 metros alternando o ritmo a cada 100 metros de suave a rápido , com descanso de 1 minuto a cada 200 metros.

Você pode alternar os treinos de acordo com a intensidade e frequência das suas outras atividades.

Evite que um treino "queime" o outro, por exemplo musculação e natação intensa ou forte no mesmo dia.


Tente manter em suas séries o predomínio do estilo o qual você se adaptou mais, ou que você mais gosta, afinal nadar não pode ser chato ou monótono.


Não esqueça de compensar o nado, como por exemplo se nadar 1500 m de Crawl e peito no término solte com Costas ou deslizando alongando.




Acompanhe e anote sua metragem buscando aumentá-la gradativamente, mantendo sempre uma ditância mínima para os dias de maior stress.


Apenas não recomendo trabalho aeróbio intervalado com potência ou velocidade ( tiros de velocidade ou aumento progressivo) em grandes blocos como 300m 50% x 200m (de 80% à 90% da sua capacidade) pois haverá um gasto calórico alto dependendo do total da série, causando consequente emagrecimento.


Agora Divirta-se!!!!

domingo, 2 de março de 2008

Beber água durante a natação?









Dentro do nosso organismo a água se dedica a várias atividades importantes.

Especialistas dizem que tomar 2 a 2,5 litros de água por dia é a garantia de que estamos ingerindo a quantidade ideal para repormos as perdas obtidas pelo suor e excrementos e ainda hidratar e fornecer ao organismo os eletrólitos necessários para o equilíbrio de suas funções vitais.



A quantidade de água eliminada pelo suor durante o exercício físico depende da intensidade e duração do mesmo, assim como da temperatura e umidade ambientais. A melhor maneira de se previnir contra a desidratação é beber água.




A ingestão "extra" de água antes do exercício em ambientes quentes oferece uma certa proteção contra a desidratação aumentando o suor para resfriar seu corpo e prevenindo contra uma elevação exagerada na temperatura corporal interna durante o exercício.


Uma desidratação severa pode levar a pessoa ao coma e até mesmo à morte!!!


Será que devemos beber água durante a natação?


Certamente!





O corpo em qualquer atividade física perde líquido na forma de suor e precisa repor a água perdida.




Como estamos em baixo da água não percebemos a desidratação.



A quantidade ideal de água a ser ingerida depende de cada pessoa, porém indica-se em torno de 400 a 600 ml de água, 20 minutos antes do início do exercício físico.



Deve-se ainda beber cerca de 250 ml a cada 10 ou 15 minutos quando a intensidade do nado for alta, pois quantidades maiores podem dar a sensação de "barriga cheia".



Mas fique atento(a): não espere ficar com sede para beber água, pois a sede é um sinal de que seu corpo já está com falta de água.


Algumas pessoas se iludem com o peso perdido após suar bastante durante um exercício.


É pura ilusão, pois só se perdeu líquido e não gordura.














A gordura será "perdida" independente da quanto você suou no exercício, e o peso "perdido" com o suor será rapidamente reposto quando você ingerir água, que não tem calorias e portanto não vai armazenar gordura no seu corpo!



Faça exercícios físicos somente com a orientação de um profissional de Educação Física qualificado.


Entretando, deve-se tomar o cuidado para não beber água da piscina, mar ou lago/rio, pois a mesma pode não ser adequada para o consumo.

Leve sempre uma garrafinha de água mineral e boa natação.
















Enfim, beba sem Moderação!!

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

ADOLESCÊNCIA



Que os exercícios físicos fazem bem à saúde em qualquer idade já se sabe.



A novidade é uma pesquisa da Faculdade Estadual de Medicina da Pensilvânia (EUA), que mostra como eles são ainda mais importantes na adolescência - especialmente para as meninas entre 13 e 15 anos - para a prevenção da osteoporose na maturidade.

Embora seja uma conseqüência natural do processo de envelhecimento, a perda de cálcio, que fragiliza os ossos (a osteoporose), é mais acentua da nas mulheres depois da menopausa.

E, segundo a pesquisa, entre as 80 mulheres pesquisadas, as que haviam se exercitado mais naquela faixa etária eram as que apresentavam maior densidade óssea.

A necessidade da atividade física para a saúde dos ossos está relacionada à forma como o organismo absorve o cálcio que é ingerido.

A absorção depende de dois fatores.

O primeiro é físico.

"A tração dos músculos estimula os ossos e faz com que o cálcio se fixe neles", explica a médica fisiatra Cristiane Isabela de Almeida, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O segundo fator é bioquímico.

"A fixação do cálcio exige também vitamina D, que é fabricada no organismo sob o estímulo dos raios solares", diz o médico especialista em medicina esportiva, Maurício de Souza Lima, da Unidade de Adolescente do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Portanto, não adianta muito ingerir cálcio sem exercitar os músculos e sem tomar sol.
"Ele vai embora do corpo", diz a dra. Cristiane.

Alto consumo

Como a maior parte do cálcio se fixa no esqueleto ao longo da infância e da adolescência, quanto maior for a reserva feita nesse período, melhor, explica a médica.

Mas, na adolescência, a exigência de cálcio é maior por causa do estirão do crescimento.
"Essa necessidade chega a 1.200 miligramas por dia, enquanto 800 miligramas são suficientes para um adulto", diz o dr. Maurício.

E esse maior consumo será perdido se não for acompanhado de exercícios físicos e exposição ao sol.

Quanto à atividade física recomendada, o dr. Maurício diz que ela deve ser a escolhida pelo adolescente, com uma ressalva:

"Os exercícios aquáticos, como natação e hidroginástica, não favorecem a formação óssea".

E explica: embora sejam práticas ótimas para a saúde em geral, elas têm baixo impacto muscular por causa da água.


E o osso precisa de impacto muscular para fixar o cálcio.

Cdieta álde cálciocio na dieta

A necessidade de cálcio do organismo é suprida por uma dieta comum, com leite e derivados. Mesmo na adolescência, quando a exigência é maior, não costuma haver necessidade de complementação por meio de remédios.
"Para um adolescente, bastam uns dois copos de leite por dia, um pão com manteiga, por exemplo, de manhã, e um pedaço de queijo à tarde", ensina Maurício de Souza Lima, médico especializado no atendimento de adolescentes. Sem esquecer, é claro, a atividade física e a exposição ao sol.
O médico lembra ainda que há outros fatores que aceleram a perda de massa óssea, como alcoolismo e tabagismo.

Foi o que o médico da família disse à estudante Carolina Chagas, de 14 anos, quando ela decidiu fazer hidroginástica.

"Ele recomendou também uma atividade fora da água, para fortalecer os ossos", conta a garota, que optou pela caminhada.