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quinta-feira, 23 de junho de 2011

2016- PRECISAMOS TORCER MUITO...

2016 parece para a grande maioria muito longe, mas para quem pretende participar de uma Olimpíada não é .
A estrutura dos esportes em geral necessita melhorar muito para auxiliar nossos talentosos atletas, com certeza você já ouviu esse discurso ou lamentação milhares de vezes.
E lamentavelmete quase nada mudou.
Idealizador do Projeto Rumo ao Ouro em 2016, que busca reunir a elite da natação brasileira, Cesar Cielo evitou entrar em polêmica com os clubes, que ameaçam boicotar sua ideia, de olho nos próximos Jogos Olímpicos.

Cielo explicou que não pretende gerar atrito ou causar divisão entre atletas, clubes e confederações.
O Pinheiros ameaçou cortar os nadadores Leonardo de Deus, Tales Cerdeira e Henrique Rodrigues caso eles aceitem participar do projeto de Cielo.
"É um projeto que não rivaliza com a confederação e clubes, ele vem para somar ao que já exista na natação brasileira", declarou o campeão olímpico, em entrevista ao Sportv.
volta ao Brasil, Cielo reiterou que pretende apenas criar um grupo de excelência na natação brasileira, sem exigir o fim do vínculo destes atletas com seus clubes. 
De olho no futuro do esporte do País, Cielo acredita que a criação do grupo de treinos poderá compensar as deficiências da estrutura da natação brasileira.
"A gente não tem nenhuma piscina coberta aquecida apta para competição.
 Nós precisamos de mais iniciativa dos nossos líderes nesse sentido. Precisamos de um controle de qualidade no treino também", declarou.

projetos da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos –
Lei de Incentivo ao Esporte
Desde 2008 a CBDA está engajada em desenvolver projetos para a Lei de Incentivo ao Esporte, visando melhorar os esportes aquáticos brasileiros.  Esta nova etapa se tornou realidade devido a parceria fechada com o Banco Bradesco, que se propôs a patrocinar os projetos  desta Confederação já beneficiados pela Lei do Esporte. São eles:
III Liga Masculina de Pólo Aquático – Processo Nº 58000.002014/2009-94, publicado no Diário Oficial da União em 04 de fevereiro de 2010. Captação total.
O Projeto “III Liga Nacional de Pólo Aquático” tem como objetivo principal promover uma competição em nível Nacional, possibilitando a participação de equipes de todas as regiões do país – Norte/Nordeste, Sul/Centro-Oeste e Sudeste e com isso incentivar e promover a modalidade contribuindo para que seja minimizada a distância técnica existente entre os praticantes em todo Brasil.
Projeto Olímpico de Saltos Ornamentais – Processo Nº 58701.001363/2009-91 – Nº SLIE 0902377-14, publicado no Diário Oficial da União em 19 de fevereiro de 2010. Captação parcial.
O Projeto Olímpico de Saltos Ornamentais tem como objetivo principal planejar, estruturar e implantar ações que propiciem a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – CBDA – aprimorar a qualidade técnica dos Atletas e Técnicos da modalidade, visando a preparação das equipes brasileiras para a temporada de 2010 e a descoberta e preparação de novos talentos para a Olimpíada de 2012.
Projeto Olímpico de Natação Ano I – Processo Nº 58000.002149/2009-50, publicado no Diário Oficial da União em 04 de março de 2010. Captação parcial.
O Projeto Olímpico de Natação I tem como objetivo principal planejar, estruturar e implantar ações no ano de 2010 e 2011 que propiciem a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – CBDA uma sistematização de suas ações e programas com o intuito de posteriormente implantar um projeto de Ciclo Olímpico, no segundo semestre de 2010, preparando de forma adequada os Atletas com potencial para as melhores classificações nas Olimpíadas de Londres em 2012.
Projeto Nado Sincronizado – Brasil Sincro Open – Processo Nº 58701.000533/2010-54, publicado no Diário Oficial da União em 10 de março de 2010. Captação total.
O Projeto Nado Sincronizado tem como objetivo principal realizar o Brasil Sincro Open, uma competição amistosa Internacional, com a participação das principais equipes mundiais da modalidade. Essa ação faz parte do planejamento estratégico da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – CBDA com o objetivo de aprimorar a qualidade técnica dos Atletas e Técnicos do Nado Sincronizado, visando a preparação das equipes brasileiras para a temporada 2010 e a descoberta e preparação de novos talentos para a Olimpíada de 2012.
Projeto Treinamento Olímpico de Pólo Aquático – Processo Nº 58701.000695/2010-92, publicado no Diário Oficial da União em 07 de maio de 2010. Captação total.
O Projeto Treinamento Olímpico de Pólo Aquático tem como objetivo principal a contratação do técnico Croata, Professor Goran Sablic, atualmente técnico principal da Seleção Japonesa de Pólo Aquático e com larga experiência internacional, com passagens por times da Austrália, Egito, Turquia e Espanha.
A contratação de um técnico estrangeiro com experiente e consagrado visa promover uma melhora técnica na modalidade, através de uma verdadeira reciclagem e uma mudança na forma de treinamento, para elevar o Brasil a uma das potências mundiais até 2016.
Projeto Copa do Mundo FINA / Arena de Natação 2010 – Processo Nº 58701.003856/2010-08, publicado no Diário Oficial da União em 22 de julho de 2010. Captação total.
O Projeto Copa do Mundo FINA / Arena de Natação 2010 tem como objetivo principal realizar uma das etapas da Copa do Mundo FINA, em piscina de 25m, no Parque Aquático Municipal Maria Lenk, situado na Barra da Tijuca na Cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 10 a 12 de setembro de 2010.
No momento a CBDA está aguardando a análise de alguns Projetos pela Comissão Técnica da Lei de Incentivo ao Esporte e elaborando outros para garantir a continuidade dos projetos já aprovados e assim, alcançando seus objetivos: tornar o Brasil em uma das potências dos esportes aquáticos.

Muitas palavras para poucas ações, palavras infelizmente que não facilita a evolução de jovens nadadores como Priscila Souza de 16 anos, quer representar o Brasil nas Olimpíadas de 2016.
Para isso, ela acorda diariamente às 5h da manhã. Sai de casa, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, e vai estudar na Zona Sul. Depois da escola, corre para a piscina do Botafogo, a uns 20 minutos da sede do Glorioso .
A estória não é nova se repete a cada fênomeno das águas:
Começou a nadar aos 2 anos para se curar de uma bronquite, migrou para o nado sincronizado. Aos 10 anos, decidiu voltar para a natação. Sempre se destacou nas provas velozes, de 50 e 100 metros livre.
Porém, no momento, as nadadoras mais velozes do Brasil são a Tatiana Lemos, recordista Sul-Americana dos 100m, e a Flávia Delaroli, dona da melhor maca do país nos 50m.
Mas a melhor do mundo é a alemã, Britta Steffen, a mais rápida nos 50 e nos 100m.
Já na categoria Júnior, Priscila foi campeã carioca e brasileira. No Mundial, ficou em quinto lugar e em segundo por equipe.

PROJETOS AQUÁTICOS QUE DERAM CERTO
Se para o Brasil é uma obsessão ganhar o inédito ouro olímpico no futebol,  para a Austrália acontece algo parecido com a natação -o país-sede que sediou Jogos Olímpicos de 2000 , buscou a supremacia no esporte em questão, superando norte-americanos, alemães e chineses.
Só que há uma diferença. Enquanto no Brasil lança-se  projetos no ano anterior ao evento, os australianos se preparam para lutar pela hegemonia nas piscinas há mais de 28 anos.

Segundo Don Talbot, técnico-chefe da equipe australiana, o trabalho de formação de nadadores de ponta no país começou  em 1972, logo após os Jogos Olímpicos de Munique.
“Descontentes com nosso desempenho naquele ano, começamos a investir num projeto que só daria frutos nos anos 90. É uma coisa curiosa, mas é assim que funciona o esporte.
 O Ian Thorpe (mais jovem campeão mundial da natação, título obtido aos 15 anos, e recordista dos 200 m e 400 m livre).
Nos anos 70, foram construídas centenas de piscinas públicas, o que na natação equivale aos campos de várzea no futebol, para a descoberta de novos talentos. E deu certo,  fora Ian Thorpe nós temos atualmente;
Nick D’arcy, Stephane Rice, Trickett e muitos outros.
Um dos  melhores nadadores de longa distância do Brasil, Luiz Lima, treinou na Austrália e diz que só Perth (cidade dos Mundiais de 91 e 98) tem mais piscinas olímpicas do que o Brasil inteiro.
Também nessa época, a Associação Australiana de Técnicos de Natação passou a receber recursos para formar um maior número de treinadores capacitados a descobrir e moldar os talentos.
“Quando o Instituto do Esporte foi construído (em Canberra, capital do país, objetivando facilitar o trabalho dos esportistas e prepará-los para as Olimpíadas), usamos uma estratégia diferente das outras modalidades. E tivemos sucesso”, relata Talbot. “”
Ao invés de nos concentrarmos lá, desenvolvemos um programa para identificar o bom técnico, o bom atleta e depois mandá-los para casa.
Continuamos dando toda a assistência e os mantendo informados sobre o que há de mais  moderno acontecendo na natação.”
Outro ponto importante, ainda de acordo com Talbot, é a descoberta e a formação de novos talentos.
 “É um pouco como no futebol. O técnico tem de ter o olho clínico para perceber quem tem futuro e investir no garoto.”

Na fase final de preparação, o técnico tem enfatizado o preparo psicológico e profissionais de marketing esportivo. Os primeiros dão suporte emocional aos atletas, enquanto os segundos os ajudam a obter a independência financeira, mais agora que a natação está se  transformando num dos esportes mais populares do país.
E, como prova , Talbot cita o fato de a audiência de algumas competições televisionadas ultrapassarem a marca de 4 milhões de espectadores, quando se sabe que a população australiana não chegava a 20 milhões de pessoas.
“Desde 1995, quando começamos a perceber o boom da natação, passamos a vender camarotes para grandes empresas, assim como fazem no futebol da Europa, e a comercializar os ingressos pela Ticketek (uma espécie de versão australiana da Ticketmaster, responsável pela venda de bilhetes dos principais eventos esportivos norte-americanos).”
“Se vocês têm o Ronaldo no futebol, hoje já temos o equivalente na natação, um Ian Thorpe (também integrante da equipe recordista mundial no revezamento 4 x 200 m) ou um Michael Klim (recordista do 100 m borboleta e companheiro de Thorpe no 4 x 200 m) e é hora de saber usá-los para tornar o
esporte ainda mais popular. "

Sem ídolos, uma modalidade não evolui
E já que os temos, está chegando nossa vez.
O espaço que tem conseguido conquistar na mídia, graças a performance dos nadadores australianos, Don Talbot usa para combater o doping no esporte e o Comitê Técnico da Fina -a Federação Internacional da Natação.
“Defendo punições mais fortes para quem for pego com doping. Este é o maior mal não só da natação, mas de outros esportes, como o atletismo, mas infelizmente muita gente faz vista grossa.”
Ele lamenta ainda a postura da Fina, que estaria, por interesses comerciais, dando maior atenção às provas mais curtas.
“É um grande erro, que eu tenho combatido desde 1994. Embora na época ela (Fina) negasse, havia um plano montado para acabar com a prova de 1.500 m na Olimpíada, o que era uma imbecilidade. Os 1.500 m são uma competição extraordinária, porque quando eles são disputados você tem mais chances de identificar quem nasceu para nadar.”
Nos Olímpicos, Barcelona-92 e Atlanta-96, os australianos dominaram amplamente a prova, conquistando as medalhas de ouro e prata.
Nossos nadadores ainda tem de treinar no exterior, O Brasil deveria começar uma política para manter seus atletas no país. Com eles vão incentivos financeiros, patrocínios e muito mais.
O Canadá investiu, com uma diferença grande o incentivo do setor privado impediam  que treinadores trabalhasem em conjunto. Com uma grande rivalidade interna, a natação no Canadá obteve um nível inferior do que o que poderia ter.
Federações de outros países  como Usa Swimming, Federazione Italiana nuoto, Francesa seguem mpdelo de incentivo e organização regional de ligas escolares e universitárias no trabalho de base.
Um ponto em comum é a quantidade de espaços para prática da natação disponíveis para população e é incentivo governamental e privado.
Se você acha não ser possível mudar essa realidade no Brasil...
Continuaremos vivendo de fenomenos...
Basta-nos...

Apenas Chorar.

fonte:Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos/portal australia/O estado de sp/ Agência Folha/ Swim It Up! Clippin/usa swimming/Bristh Swimm/

domingo, 19 de junho de 2011

QUAL A IDADE IDEAL PARA COMEÇAR A NADAR???

A idade mínima para praticar natação não é consenso entre profissionais da saúde, educação e psicomotricidade.
Esporte favorito dos médicos no que se trata de evitar lesões e desenvovler a respiração e resistência, a natação é também um dos primeiros contatos preferidos pelos pais para ensinar crianças a nadarem.
Os argumentos para a escolha vão desde a segurança - já que saber nadar é também uma questão de sobrevivência - ao fato de ser uma atividade bastante completa, a medida em que movimenta todos os grupos musculares, desenvolvendo também a capacidade aeróbica e motora das crianças.
“Além da parte física, a natação é um esporte que favorece o lúdico, principalmente quando se trabalha em grupo”, afirma Beatriz Perondi, pediatra e médica do esporte do Instituto da Criança, do Hospital das Clínicas.


Idade recomendada


Entretanto, muitos mitos e dúvidas rondam a prática da natação, principalmente na primeira infância.
A idade recomendada para o início, por exemplo, já é controversa.
 Há pediatras que recomendam desde os seis meses e outros acham melhor esperar, pelo menos, até os dois anos de idade, senão mais.
Algumas crianças tem o aval do pediatra ,porém não tem  maturidade pra entender a dinâmica da atividade, o convívio com pessoas diferentes.
Outras se adaptam rapidamente as aulas junto com os pais e / ou professor.

De modo geral, é entre 3 e 4 anos de idade que a criança vai obter um rendimento maior na natação.
“Antes disso, a prática pode até ser recomendada mais como uma brincadeira, um momento prazeroso, inclusive entre pais e filhos.
 A criança muito pequena não entende o perigo da água, por isso é preciso ter cuidado para que ela não fique traumatizada”, constata Eliane Alfani, pneumonolista e pediatra do Hospital São Luiz.


Aptidões e vontades


A partir do momento em que a criança anda, é fundamental que ela se exercite, ainda que seja de maneira lúdica.
Correr e brincar é essencial para um desenvolvimento físico e emocional saudável.
Portanto, a escolha da natação como atividade física deve considerar as aptidões e vontade da criança.
.
Assim como a maioria dos esportes, nadar não tem contra-indicações desde que cada caso, ou seja, cada criança, seja analisada isoladamente.
 “Cada criança é de um jeito e tem um histórico clínico diferente.
Crianças com quadros alérgicos de pele - dermatite atópica - ou que apresentem problemas frequentes de infecção no ouvido – otites - devem ser muito bem orientadas antes de iniciarem a prática.
Às vezes é preciso prorrogar a iniciação para que não seja mais prejudicial do que saudável”, diz Paulo Telles, médico pediatra do Hospital Albert Einstein.
O mesmo alerta vale para quem encara o esporte como salvação para crianças asmáticas e com crises de bronquites.
 “A natação não cura nada, nem asma, nem outras alergias respiratórias.
 Funciona muito bem como um complemento, pois desenvolve a caixa toráxica, o padrão respiratório e pode diminuir o sofrimento das crises. Mas não é tratamento”, frisa a pneumologista Eliane Alfani.


Piscina com pé direito


Segundo os pediatras, atentar para o tratamento da água da piscina em que a criança nada é essencial:
  • Uma pequena porcentagem de cloro sempre existe e é obrigatória pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em todas as piscinas de uso coletivo. Mas hoje muitas são salinizadas ou tratadas com ozônio, o que reduz consideravelmente a quantidade de cloro, que pode induzir alergias de pele, olhos e narinas, minimizando incomôdos frequentes nos pequenos nadadores.
  • Uma piscina com pé direito alto é mais recomendável, pois assim o cloro evaporado fica mais longe da respiração da criança”, enfatiza a pneumologista, lembrando que algumas crianças têm sensibilidade ao cloro e podem até ter piora nas crises alérgicas.
  • Dar banho após as aulas com sabonete neutro, para tirar o cloro, e logo após passar um hidratante ajuda a não ressecar a pele.
  • Lavar o nariz com soro fisiológico depois da aula previne crises de rinite e outros incômodos nas narina .
  • Secar bem os ouvidos com a toalha - sem cotonete - ajuda a não infeccionar os ouvidos. Andar sempre de chinelo evita infecções por fungos.
Essas pequenas ações garantem uma vivência mais saudável para todos”, sugere a pediatra Beatriz Perondi.

A natação é uma ótima atividade para o desenvolvimento dos bebês.
A água é um meio relaxante que dá autonomia de movimentos à criança.
Entre outros benefícios, fortalece os músculos, estimula o senso de equilíbrio e melhora a postura.
Leia estas dicas e compartilhe esta atividade com o seu filho, reforçando o vínculo entre vocês.
Dicas para Natação para Bebês:  

  • A idade mínima para começar a fazer natação é  quando o bebê já desenvolveu minimamente o sistema imunológico (por volta dos 4 meses com variações individuais).
  • O bebê deve realizar a atividade sempre com a mãe ou o pai.
  • Demonstre segurança ao seu filho. Realize movimentos lentos e relaxados que inspirem a confiança da criança.
  • Se o bebê demonstrar medo ou resistência à água, não o obrigue a fazer a atividade. Tenha paciência e promova uma aproximação gradual a cada aula.
  • Siga as indicações do professor que estiver coordenando a atividade. Elementos como boias, bolas e pranchas têm um fim educativo, mas é importante utilizá-los de forma progressiva.
  • Não exija que o bebê faça mais do que o professor indicar. A natação deve ser um momento de relaxamento e prazer.
  • Não exponha o bebê a aulas de mais de 45 minutos. A resistência e os reflexos da criança tendem a sofrer um desgaste após meia hora de exercícios.
  • Interrompa a aula se você notar que o seu filho está cansado ou com frio.
  • Tenha à mão uma toalha ou saída de banho de algodão para proteger a criança assim que ela sair da piscina.
  • Dê um banho cuidadoso no bebê depois de cada sessão para eliminar o cloro e outras substâncias presentes na água da piscina que possam afetá-lo.

Antes de começar as aulas de natação, consulte o pediatra. Ele avaliará se a criança está em condições de desenvolver a atividade.

fonte

Natacao, Psicomotricidade E Desenvolvimento - LEONARDO GRAFFIUS DAMASCENO


Natação para bebês: dos conceitos fundamentais à prática sistematizada- - LEONARDO GRAFFIUS DAMASCENO

Crescer ed.jan/2011

A vida do bebê- Rinaldo de Lamare

quarta-feira, 25 de maio de 2011

NATAÇÃO X ESTÉTICA FEMININA

Quantas vezes no nosso mundinho aquático ouvimos princinpalmente do sexo feminino que" parou de nadar pois tinha medo de ficar com ombros largos"...
Meu Deus!!!! Pela miléssima vez não existe este milagre de ossos alargarem e aumentarem seu volume de hora para outro, ocorre sim dependendo do nado uma maior solicitação da articulação do ombro assim consequentemente aumento muscular ou dependendo do treino definição muscular.  Se fosse assim as piscinas estariam cheias de marombeiros de plantão amantes da  hipertrofia de membros superiores.
Mas porque temos nadadoras de ombros largos e braços fortes?
Cada esporte tem uma especifidade a qual melhora o seu desempenho ex : futebol  pernas, basquete estatura e braços longos, levantamente de peso musculatura densa e assim por diante.
Há casos nos quais o atleta se sobresai através de outros elementos como velocidade, coordenação, técnica.
Outras preocupações como cabelos, pele, olhos e etc. São pequenos obstáculos que tem solução existem muitos produtos que podem auxiliar na sua estética.

Mariana Brochado, apesar de ter pendurado a touca, era considerada musa da natação


 Mas apesar de algumas jovens terem receio de ficarem com ombros largos e musculatura desenvolvida por conta da natação, o status de beleza que as nadadoras profissionais desfrutam perante o público masculino continua intocado. Por sinal, muitas delas são apontadas como verdadeiras musas do mundo dos esportes.

Ex-nadadoras Paula Baracho e Mariana Brochado, dentre outras, são consideradas modelos de beleza e feminilidade.

SATIRO SODRE/CBDA/DIVULGAÇÃO
Flávia Delaroli 

 E não necessariamente, elas acabam ficando com o corpo “masculinizado”, e, sim, com muitas curvas. “Acho que essa história de fazer natação e ficar com ombros largos acaba inibindo muitas meninas.

Mas isso é um mito. Nem  todas as mulheres que nadam ficam com as costas largas”, comentou Molina, que, por exemplo, não tem esse suposto biotipo.

A ex-nadadora Paula Baracho comentou que nos dias de hoje toda mulher vai à academia para ter uma musculatura bem definida. “E esse corpo bem definido a nadadora consegue ter, já que a natação é um esporte que trabalha muito a força e, consequentemente, a musculatura”.

Além dos corpos definidos, as nadadoras também demonstram ser muito vaidosas dentro e fora d’água.

Elas não deixam de usar protetor solar, sempre estão com unhas pintadas e com o cabelo bem cuidado. Além disso, estão sempre perfumadas e hidratadas, além de algumas não dispensarem um charmoso piercing e tatuagem. Logo, as novas atletas podem ficar tranquilas, pois dá para conquistar bons resultados na piscina, sem deixar de lado a beleza, como mostram as musas das piscinas brasileiras e mundiais.  No Brasil, Flávia Delaroli, Fabíola Molina, Tatiana Lemos, Joanna Maranhão ,Mariana Brochado  e outras nadadoras são três belos exemplos .

Agora meninas, suas desculpas para não participarem de um dos esportes mais completos acabaram, vaidade faz bem a auto estima mas a maioria dos atletas preferem saúde, medalhas e índices de causar inveja.
Bons Treinos!!!

fonte:Tem cada mulherão na piscina Raitza Vieira - Diario de Pernambuco

sábado, 19 de março de 2011

As aulas de natação para crianças muito pequenas ajuda a diminuir o risco de afogamento?

A Academia Americana de Pediatria (AAP) tem defendido por muito tempo que as crianças com idade inferior a 4 não são consideradas "prontamente desenvolvidas" para aulas de natação. Segundo AAP a garotada pode desfrutar da água como recreação, pois o desenvolvimento de habilidades motoras e maturidade ainda não eram suficientes para realmente dominar as habilidades necessárias a natação propriamente dita ou mesmo ajudar a promover a segurança na água (sobrevivência). Essa postura tem mudado nos últimos anos.
Seria a idade para o início a natação teria aumentado, alterando as estatísticas de prevenção do afogamento e promovendo a segurança na água?
Não, cada vez mais um número crescente de programas de natação oferecem aulas de natação para bebês e crianças, a AAP agora concorda que as aulas de natação pode ajudar a aumentar a sensibilização para a segurança de água e evitar o afogamento.
A maioria das aulas tem como objetivo não específicamente a técnica do nado mas sim adaptação ao meio líquido, segurança e habilidades básicas como o salto em águas profundas e sobrevivência e sustentação.
Aprender a flutuar e a respiração debaixo d'água foi citado pela AAP como elementos que devem ser consideradas parte de um plano global de segurança da água que inclui uma série de precauções ( childproofing ) em torno de uma piscina no quintal e banheira - ou em qualquer lugar onde a água é acessível a uma criança.
Lembre-se que as crianças podem se afogar em apenas uma ou duas polegadas de água, e tragédias como a de afogamento em banheiras, fontes ao ar livre, e até baldes de limpeza podem ocorrer em um momento de descuido.
Embora aprender a "nadar" pode ser bem sucedido na introdução de uma criança à água e as habilidades básicas de segurança desenvolvidas, a prática constante e repetição são necessários para uma criança a continue a progredir.
Duas semanas de aula uma vez por ano (média americana) não é considerado suficiente para desenvolver segurança e memória do foi aprendido.

Orientações AAP aos pais:
  • Escolha um programa que enfatiza a segurança acima de aprendizagem específicos estilos de natação para crianças com menos idade.
  • Observe se as aulas são ministradas em pequenos grupos e mínimo de distrações.
  • Pratique novos movimentos aprendidos ao longo do ano quando possível e não apenas durante os meses de verão(devido ao inverno rigoroso).
  • Encontrar aulas e programas metodológicos sob medida para o seu filho. Aula para uma criança de 6 anos de idade, por exemplo, tem uma estrutura muito diferente da aula para uma de 2 anos.
  • Verifique se há características de segurança adequadas a criança , seja em Parques de Diversão, academias ou casa.

No Brasil não temos um inverno tão rigoroso a ponto de impedir a prática da natação (normalmente), porém nossa realidade não estão tão distantes.

É difícil estimar com certeza o número exato de afogamentos, já que muitos não são informados. Acredita-se que o afogamento seja a segunda causa de morte acidental, a primeira seria o acidente de trânsito.

Ocorre predominantemente com indivíduos jovens, de forma que 64% das vítimas têm menos de 30 anos de idade e 26% estão abaixo dos cinco anos. O sexo masculino é acometido mais que o feminino. Já a incidência de quase-afogamento é 500 a 600 vezes maior que a de afogamento. Esses acidentes ocorrem principalmente em áreas nas quais é importante a prática de atividades recreativas na água, mas até a piscina doméstica e a banheira podem ser palcos de eventos letais.
O afogamento é a asfixia que ocorre devido à aspiração de líquido que venha inundar o aparelho respiratório (pulmões), levando à morte.

Há interrupção da oxigenação do sangue e da eliminação de gás carbônico, que se acumula no organismo.


O quase-afogamento representa a situação na qual a pessoa sobrevive ou é ressuscitada pelo resgate.

Em alguns casos, o indivíduo não morre afogado, mas a morte ocorre devido a problemas respiratórios devidos à aspiração de líquido ou a infecções adquiridas, é o chamado "afogamento secundário" ou "tardio".
A pessoa apresenta queda da temperatura do corpo, distensão da barriga, tremores, dores musculares, náuseas e vômitos.


É claro que esses sintomas referem-se ao quase-afogamento, já que a pessoa não morreu. O indivíduo pode apresentar-se em parada cardíaca.
Um fator a ser destacado é que o consumo de álcool está bastante associado à ocorrência de acidentes de submersão (afogamento, quase-afogamento). Portanto, o abuso dessa substância pode predispor a esses acidentes.
O mais importante é a prevenção.


Recomendam-se as seguintes medidas:
• Bebês: nunca devem ser deixados sozinhos no banho, nem por poucos segundos enquanto a mãe se vira para pegar uma toalha.
• Crianças: além do exposto acima, os pais devem estimulá-las a assumir responsabilidade por sua própria segurança. Elas devem aprender a nadar e a boiar e a identificar situações perigosas. Os pais devem estar sempre próximos, quando elas estiverem na água.
• Adultos: devem estar atentos a suas limitações, especialmente quando suas capacidades estiverem comprometidas pelo uso de drogas (medicamentos, bebidas). Evite nadar sozinho em áreas não supervisionadas ou onde não se conheça as condições locais. Quando pego por uma corrente, nadar em diagonal, e não contra a corrente e, pedir por socorro.
Nos últimos anos houve uma redução do número de mortes por afogamento, no Brasil, o que pode dever-se a uma melhoria dos serviços de salvamento aquático, com maiores investimentos em prevenção.


Embora essa função seja de um profissional, o salva-vidas, qualquer pessoa pode ter que tomar uma atitude frente a uma emergência dessas.


Entretanto, as pessoas não treinadas podem se expor também a um risco de morte.


Algumas dicas são importantes, para que uma pessoa preste um atendimento inicial até a chegada da equipe de salvamento ou resgate:
• Ao identificar um caso de afogamento, não tente nada heróico, chame por socorro;
• Se não houver tempo para aguardar o socorro, procure por alguém próximo que tenha experiência com a água, por exemplo, um surfista;
• A prioridade do resgate não é retirar a pessoa da água e sim fornecer a ela um material de apoio, podendo ser qualquer material que flutue, ou então transportá-la até um local onde ela possa ficar de pé;
• Quando estiver próximo à vítima, tente conversar com ela e peça que ela vire-se de costas para você. Tente também acalmá-la;
• Após fornecer um material de apoio, aproxime-se da vítima. Evite que a vítima o agarre. Essa situação é grave, pois o socorrista e a vítima podem acabar se afogando;
• Transportar a vítima até um local seguro, fora da água. Iniciar a aplicação dos primeiros socorros, como a respiração boca-a-boca, compressões torácicas, etc. De preferência, procure-se informar sobre como realizar essas manobras.
Acidentes por mergulho
No Brasil, existe uma grande quantidade de praias, rios e cachoeiras que garantem a diversão de muitas pessoas. Porém, podem estar relacionados a um grave risco que poucos conhecem: o modo como as pessoas entram na água.


Desde crianças, aprende-se a entrar na água mergulhando, o que é facilmente apreensível. O problema reside em saber-se a profundidade do local onde se vai mergulhar.


Aproximadamente 90% dos indivíduos que sofrem acidentes ao mergulhar são do sexo masculino, sendo que muitos se tornam tetraplégicos (ou seja, perdem os movimentos dos braços e das pernas). Assim, percebemos a importância desse tema.
Quando uma pessoa mergulha em uma piscina, lagoa ou rio, seu objetivo é entrar na água e sair logo adiante.


No entanto, a condição principal para que isso dê certo é que a profundidade do local seja adequada. Quando se trata de uma piscina, é fácil determinar a profundidade, o que não é tão simples quando se trata de uma cachoeira, um rio. Nesses locais, há uma mudança constante do nível da água e do leito.
Se a profundidade não é suficiente para o mergulho, a pessoa pode bater a cabeça no fundo, contra algum obstáculo. A força desse impacto é transmitida ao pescoço que, sendo flexível, predispõe à ocorrência de fratura de vértebras (ossos da coluna espinhal), nesse local. Além disso, o corpo da pessoa continua afundando e seu peso pode agravar a fratura do pescoço, levando provavelmente a lesão da medula espinhal (que carrega os nervos para os braços e pernas).


Caso isso ocorra, a pessoa pode perder os movimentos dos membros e, como o pescoço está acima dos braços, ela perde o movimento de todos os membros (ficando tetraplégica).
Por isso, é extremamente importante que sigamos algumas recomendações:
• Cuidado com os mergulhos de ponta, pois nesses casos o corpo afunda rapidamente. Os braços esticados não impedem que você bata com a cabeça.
• Os saltos de pontes, árvores e barrancos estão associados a um risco maior desse tipo de acidente, porque quanto maior for a altura do salto, maior é a força com que seu corpo vai se chocar contra algum obstáculo embaixo d’água.
• Verifique sempre a profundidade do local onde será feito o mergulho. Não confie no local, mesmo que você já o tenha freqüentado várias vezes. Lembre-se que o nível da água muda sempre, bem como o fundo.


fonte: Bibliomed, Inc. / Robin McClure o autor de seis livros para pais, com os outros nos trabalhos. Publicou livros incluem The Playskool Toddler Play Busy Book -2007

sábado, 12 de março de 2011

Elevação do Cotovelo X Braçada Reta

Michael Phelps nos 100m livre: nadar com os braços estendido...
Não é uma novidade pois muitos nadadores antes dele já o fizeram, como Michael Klim.
Ele dominou no início da década de 90 sendo o segundo (e último) homem da história a bater os recordes mundiais dos 100 livre e 100 borboleta. Klim trouxe a sua flexibilidade de ombro para o nado livre se tornando o melhor do mundo e com um estilo que virou referência.
A holandesa Inge de Bruin fez um training camp na Austrália e voltou nadando assim também.
O estilo até chegou a ser utilizado por vários atletas em todas as partes do mundo mas caiu um pouco em desuso.
Nos dois últimos anos, a técnica voltou a ser mais vista nas provas de velocidade.
Alguns executam em algumas partes da prova, outras em toda a sua extensão.
Da nova geração, Eamon Sullivan quebrou os recordes mundiais dos 50 e 100 livre no ano passado com a nova técnica do braço extirado.
Este ano, Libby Trickett foi treinar com o técnico de Sullivan, Grant Stoelwinder que já mudou a técnica da velocista australiana.
No NCAA, virou rotina os atletas terminarem suas provas de livre com os braços extirados. A técnica foi muito bem descrita há dois anos por Mike Bottom numa clínica da ASCA.
Bottom sugere que a mudança no final de prova tira o stress de determinada musculatura fazendo com que o nadador aumente a sua frequência e com melhor propulsão.
No Brasil, já temos vários nadadores utilizando a técnica entre eles Nicolas Oliveira que faz de forma perfeita.

mas a polêmica continua....

Elevação do Cotovelo X Braçada Reta

Phelps anunciou que estaria testando uma novidade que iria ajudá-lo a ganhar mais velocidade, uma matéria no jornal “USA Today” com a estrela da natação revelou que a tática seria utilizar a técnica chamada de “straight arm”, braço esticado, na tradução.
Especialistas explicam que esta forma de nado pode dar mais força e, consequentemente, mais velocidade.

- Com o braço mais reto, aumenta um pouco a velocidade de rotação.
A tendência é que os braços funcionem como uma espécie de "ventilador" (aumenta o braço da alavanca porém é necessário mais força, sobrecarregado a articulação do ombro).
- Costuma ser uma característica natural do nadador.
Phelps que sempre nadou com o cotovelo dobrado fora d’água, gerou dúvida quanto sua capacidade de adaptação.
Em algumas provas utilizou apenas em pequenos trechos da prova, como nos 15 metros finais. Em 100m, isso pode fazer toda a diferença.
A elevação do cotovelo há menos impacto articular, requer de alguns nadadores maior coordenação, porém sem dúvida a maior diferença está na adaptação individual influenciado pelo biotipo do nadador e prova.
A Natação é Dinâmica Desenvolve e Evolui, na maioria das Vezes...

domingo, 31 de outubro de 2010

NATAÇÃO X DEFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA

Atividades físicas melhoram condicionamento, mas exigem dedicação ao tratamento

A prática de atividades físicas pode ser benéfica para os portadores de asma, mesmo que eles sintam mais dificuldades para praticar esportes.
Mas é preciso que eles sigam uma condição: manter o tratamento contínuo da doença.

Asmáticos precisam controlar doença para ter benefícios com esportes

A pediatra Zuleid Dantas Linhares Mattar, presidente do Conselho dos Programas de Asma e Rinite (COPAR), afirma que existe um mito de que a criança asmática precisa ser super protegida.

- Quando o clima não

está bom, alguns pais não saem de casa, o que pode ser pior, por causa de um possível contato com pó, ácaros, etc.

Às vezes é melhor sair.

Não existe nenhuma contraindicação a esportes.

O importante é "tomar a medicação de forma certa", diz Zuleid. - O esporte é benéfico porque melhora todo o condicionamento físico do paciente.

Para a coordenadora do Ambulatório de Asma da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Lilian Ballini Caetano, o asmático não é privado de fazer esporte, "o único problema é que ele tem que estar clinicamente controlado para poder realizar as atividades".

- Esportes ajudam e a natação é a modalidade mais completa.

Mas muitos asmáticos acreditam que esse esporte cura a asm

a, o que não é verdade.

O paciente precisa ter a doença

controlada para conseguir um desempenho melhor na natação.

O controle é feito com medicação anti-inflamatória, que previnem as inflamações alérgicas que provocam as crises.

Mas, além do controle, é preciso ter cautela com as condições em que se pratica o esporte.

No caso da natação, Zuleid afirma que uma piscina com cloro ou extremamente aquecida (que pode causar choque térmico) é uma fonte de crise asmática.
- O cloro é irritante da via aérea, por isso é melhor procurar uma piscina aberta ou salinizada.

O maior inimigo da asma, contudo, continua sendo o cigarro, segundo Zuleid.
- Aliás, ele é o vilão de muitas doenças.

Crises no esporte e medicação Como a pratica de esportes depende do controle da doença, o acesso aos medicamentos deve ser amplo, segundo o médico alergista Flavio Sano, diretor da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia.

- Por isso é importante o governo distribuir essa medicação, que é caríssima.

Com esse acesso, melhora a condição do paciente, que controla mais a doença e vive normalmente. Alguns pacientes podem apresentar asma por causa dos exercícios.

Is

so ocorre quando um esforço desencadeia uma crise asmática.

Segundo Sano, esses casos estão mais relacionados com exercícios de alta demanda aeróbica, como corrida e ciclismo.
- O paciente controlado dificilmente entra em crise pelo exercício.

Porém, quando ele apresenta a crise, a medicação indicada são os broncodilatadores.

Segue um estudo realizado pela Universidade Estadual de Campinas /SP, Divisão de Pneumologia Pediátrica.

Efeitos da natação sobre parâmetros espirométricos e hiper-reatividade brônquica em crianças e adolescentes com asma atópica persistente moderada
Objetivo: investigar os benefícios a médio prazo de um programa de natação
em escolares e adolescentes com asma atópica persistente moderada (MPAA).
Métodos: Estudo prospectivo, randomizado de crianças e adolescentes (idade 7-18 anos) com a MPAA foi realizado no Hospital de Clínicas da Univer
sidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, Brasil.
Após um 1 mês de execução no período, 61 pacientes (34 mulheres) foram randomizados em dois grupos, um grupo de natação (SG) (n = 30) e um grupo controle (GC) (n = 31), e acompanhada por 3 mês.
Ambos os grupos de pacientes receberam fluticasona inalado (pó seco, 250 mcg duas vezes ao dia) e salbutamol quando necessário.
A natação programa de treinamento consistiu de duas semanais classificados ao longo de um período de 3 meses para um total de 24 sessões.
Ambos os grupos foram submetidos à avaliação espirométrica e do teste de provocação com metacolina - concentração de metacolina provocadora provocando uma queda de 20% no VEF 1 (PC 20) - antes e depois do período de estudo. A pressão inspiratória máxima (PImax) e pressão expiratória máxima (PEmáx) apenas no grupo da natação
. :
Resultados significativos aumentos de PC pré (20-treino, pós 0,31 ± 0,25; formação, 0,63 ± 0,78, p = 0,008), pré (MIP-formação, 67,08 ± 17,13 centímetros de H 2 O post; formação 79,46 ± p <0,001), MEP (pré-treinamento, 71,69 ± 20,01 cm H 2 O; formação pós, 78,92 ± 21,45 centímetros de H 2 O, p <0,001) foram encontradas no grupo da natação.

Conclusão: Cria
nças e adolescentes com MPAA submetidos a um programa de treinamento de natação experimentaram uma diminuição significativa na hiperrespo
nsividade brônquica, como determinado pelo PC aumentou 20 valores, quando comparados com os controles de asma que não foram submetidos a treinamento de natação.
Os participantes no grupo de natação também mostraram melhora da complacência da parede torácica. DefiniçãoA asma é a doença crônica mais comum na infância. Além da terapêutica farmacológica, várias abordagens alternativas têm sido estudadas e utilizadas como coadjuvantes do tratamento, a maioria com resultados controversos ou não comprovada, inclusive natação.
A natação tem sido recomendada como a atividade desportiva ideal para conduta de crianças e adolescentes com asma.
. Várias evidências experimentais e observacionais de estudos de curto prazo sugerem que a natação é menos asthmogenic que outras formas de atividade física.
Outra evidência mostra que o exercício da água e aumentar a capacidade aeróbia de natação, melhorar o condicionamento cardiovascular e qualidade de vida e produzir resistência das vias aéreas menos do que outros tipos de atividade física vigorosa, como corrida e ciclismo.

Os benefícios da natação são também devido à posição horizontal do corpo, o que proporci
ona uma constante e padrão respiratório ma
is adequado em c
omparação com outras formas de exercício, e à alta umidade presente nas piscinas.
Os poucos estudos publicados até o momento da natação em indivíduos asmáticos não podem ser comparados entre si devido a diferenças metodológicas, que incluem o tipo ea duração do programa de natação utilizado, a escolha dos resultados, a ausência de um grupo de controle, e determinação do tamanho da amostra questões.
Até o momento, nenhum estudo incluiu a avaliação da hiperresponsividade brônquica (HRB) com o teste de metacolina (PC metacolina 20) como um marcador de melhora da asma antes e após treinamento da natação em crianças.
Em agosto de 2009, um grupo de médicos, epidemiologistas, cientistas ambientais e especialistas em manutenção de piscinas se reuniram para discutir a influência da piscina sobr
e a asma infantil e desenvolver recomendações para futuras pesquisas sobre o assunto.
Os resultados deste workshop mostrou que as atuais evidências de associação entre asma e infância natação é sugestivo, mas não conclusivo, e que estudos adicionais são necessários se as dúvidas actuais estão a ser abordados.
Por outro lado, aumentou o risco de asma tem sido associado com a natação em piscinas de crianças asmáticas, mas as provas são inconsistentes e inconclusivos.
Na tentativa de resolver a questão,( Font-Ribera et al.0) estudaram os efeitos da natação e dos riscos associados com irritantes piscina para as crianças espanholas, e não encontrou nenhum a
umento no risco de asma.. A literatura recente mostra que a atividade física na infância ou na idade adulta pode reduzir a gravidade da febre dos fenos , diminuição BHR e evitar o desenvolvimento de asma. (Rasmussen et al.) mostraram que a aptidão pobre na infância correlaciona-se com o desenvolvimento de asma na adolescência, e que moderada e intensa atividade física parece estar associada a um risco reduzido de asma de início recente na adolescência.
. O presente estudo procurou avaliar e comparar parâmetros espirométricos e HB (medida pelo PC metacolina 20) em dois grupos de crianças e adolescentes com asma atópica persistente moderada (MPAA), um sujeito e os outros não submetidos a treinamento de natação.


Métodos

Um estudo prospectivo e randomizado foi realizado entre novembro de 2004 e agosto de 2009 no Laboratório de Fisiologia Pulmonar (Laboratório de Fisiologia Pulmonar, LAFIP) do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Divisão de Pneumologia Pediátrica.Os critérios de inclusão foram a história clínica de reversível, sintomas recorrentes de obstrução das vias aéreas, valores séricos de imunoglobulina E, dentro ou acima do percentil 97,5 para a idade em pelo menos uma amostra de sangue, teste cutâneo positivo para pelo menos um antígeno testado, e uma história familiar de alergia.
Todos os participantes tiveram MPAA, diagnosticada de acordo com a Global Initiative for Asthma (GINA) critérios.
Nenhum recebeu corticóides sistêmicos, teofilina, antagonistas de leucotrienos, ou oral-adrenérgicos agonistas beta2, pelo menos, um mês antes da inclusão no estudo.
Para calcular o tamanho da amostra, foram analisadas as variáveis usadas em alguns outros estudos publicados.
Foi escolhido o volume expiratório forçado em um segundo PC metacolina desafio e) FEV1 (20 como variáveis, e obtiveram um valor ideal de 30 e 31 pacientes para o grupo de natação (SG) e no grupo controle (GC), respectivamente.
Sob essas condições, tipo I e taxas de erro tipo II foram 0,05 (α = 5%) e 0,20 (β = 20%), respectivamente, dando cerca de 80% de energia.
Após um mês de execução no período, 71 crianças e adolescentes (idade 6-18 anos) de ambos os sexos, de foram selecionados.
Todos foram submetidos à espirometria, teste alérgico cutâneo e IgE sérica, e depois foram randomizados em grupos GE e GC para a espirometria e teste de provocação com metacolina (para 20 PC de avaliação de hiper-reatividade brônquica).
Ambos os grupos receberam o mesmo tratamento farmacológico exato durante o período de estudo de 3 meses: fluticasona (inalador em pó, 250 mcg duas vezes ao dia) e formoterol (inalador de pó seco, 12 mcg duas vezes ao dia).
BHR e avaliação de espirometria foram realizadas em conformidade com as normas da Sociedade Torácica Americana.Nenhum dos participantes relatou qualquer história de infecções respiratórias nos 15 dias anteriores à inclusão no estudo.
Os testes de função pulmonar [capacidade vital forçada (CVF), VEF 1, e fluxo expiratório forçado entre 25 e 75% da capacidade vital (FEF 25-75%)] foram realizados com uma MedGraphics CPF / D BREEZE PF Versão 3.8 espirômetro modelo B ( Medical Graphics Corporation, St. Paul, MN, EUA) e expressas e analisadas de acordo com os valores de referência publicados por Polgar e Promadhat. o teste de provocação brônquica foi realizada com metacolina (A2251, Sigma-Aldrich Co., St. Louis, MI , EUA provocação), para determinar a concentração de metacolina causando uma queda de 20% no VEF 1 da linha de base.
Testes cutâneos de alergias
. tipo hipersensibilidade cutânea-teste imediato foi realizado pela manhã, entre 8 e 12 horas da manhã, depois de ter certeza de que os pacientes não faziam uso de anti-histamínicos.
O método escolhido foi Pepys testes cutâneos, alterada pela Osterballe e PARABÉNS.
Os seguintes alergênicos Foram utilizados, todos fornecidos pelo International Pharmaceutical Immunology (IPI) / ASAC Brasil (ASAC Pharma), São Paulo (Brasil), e padronizada em unidades nitrogênio não protéico (PNU / mL): ácaros da casa americana (5.000 PNU / mL); Dermatophagoides pteronyssinus (1.500 PNU / mL), Dermatophagoides farinae (1.500 PNU / mL); fungos I - Alternaria tenuis, Botrytis cinerea, Cladosporium herbarum, Curvularia spp). Fusarium; spp. e Helminthosporium (5.000 PNU / mL fungos II - Aspergillus spp mL. Mucor) spp.; Penicillium spp., pullulans Aureobasidium, Rhizopus nigricans e Serpula lacrymans (5.000 PNU / e Blomia tropicalis (5.000 PNU / mL). Histamine 10 mg/mL and saline solution with 50% glycerin were used as positive and negative controls respectively. Histamina 10 mg / mL e solução salina com glicerina 50% foram usados como controles positivos e negativos, respectivamente.
resposta da pele positivo foi definido como um 3 milímetros pápula> com eritema atendente (Academia Europeia de Alergologia e Imunologia Clínica critérios).
Os participantes foram incluídos uma semana após exame clínico e laboratorial.
Espirometria e teste de metacolina para avaliação da HRB foram realizados em ambos os grupos antes do julgamento e após a conclusão do período de estudo de 3 meses.
A pressão inspiratória máxima (PImax) e pressão expiratória máxima (PEmáx) apenas no grupo da natação.
O tratamento farmacológico da asma foi mantida constante em ambos os grupos durante todo o estudo, com fluticasona inalada (250 mcg duas vezes ao dia) e medicação de resgate (salbutamol 200 mcg cada 6 horas), conforme necessário. All children were monitored by a physician throughout the program. Todas as crianças foram acompanhadas por um médico durante todo o programa.

técnicas de natação
Cada sessão durou 60 minutos de natação.

Antes do exercício, as crianças foram submetidos à medição do pico de fluxo expiratório (PFE) para detectar qualquer possível obstrução brônquica no momento da natação.
SEGUIDOuido por exercícios leves de alongamento, inferiores e membros superiores aquecimento global com exercícios posturais e consciência da respiração diafragmática, com os participantes deitados em colchonetes, por 15 minutos.
As crianças foram então levadas para a piscina, onde o treinamento foi dividido por nível de habilidade, a saber:
  1. Nível I - adaptação ao meio aquático, respiração imersão total, flutuando / pisando na água, movendo-submarina, mergulho e elementar
  2. Nível II, no qual as crianças que haviam adquirido as competências acima mencionadas e dominou o controle do corpo na água começou a aprender o nado crawl e costas.
Vinte e seis crianças (que nunca tinha participado de aulas de natação antes) completaram o Nível I, e quatro completaram o Nível II, dominando o nado crawl e costas.
O programa durou três meses e consistiu em duas aulas semanais para um total de 24 aulas por participante.
Mínimo comparecimento de 80% foi considerado um requisito para participação no estudo, quando as crianças não conseguiram assistir a uma aula, os pais ou responsáveis, foram contatados a fim de verificar o motivo da ausência.
Crianças que não comparecer a 80% das aulas foram excluídos do estudo.
Os métodos estatísticos
Os dados foram inseridos no aplicativo Microsoft Excel 2000, e as análises estatísticas foram realizadas no SAS System for Windows pacote de software 8,02 (SAS Institute Inc., Cary, NC, EUA). rank foram realizadas.
O perfil da amostra em termos de variáveis do estudo foram apresentados em tabelas de freqüência (com freqüências absolutas e percentuais) para as variáveis categóricas, e expresso em estatística descritiva (média, desvio padrão, mínimo e máximo, e os valores da mediana) para variáveis contínuas.
. Progressão de variáveis em ambos os grupos (pré e pós-tratamento) foi analisada com o teste Wilcoxon signed-rank.
O teste de Mann-Whitney foi utilizado para comparação de idades dos participantes, parâmetros antropométricos, VEF 1 e PC 20 entre a natação eo grupo controle.
correlação de Spearman foi utilizado para análise da relação entre variáveis numéricas. P <0,05 foram considerados significativos.
As considerações éticas
O presente estudo foi aprovado pelo Hospital Universitário da UNICAMP Ética em Pesquisa (acórdão 529/2002), e todos os participantes e seus responsáveis assinaram termo de consentimento livre e esclarecido antes do estudo.
Dos 71 pacientes selecionados, 61 completaram o estudo: 30 no grupo de natação (18 do sexo feminino, 12 do sexo masculino) e 31 controles (16 do sexo feminino, 15 do sexo masculino).

Dez pacientes não completaram o estudo:
  • quatro moravam em outras cidades e teve dificuldade em fazer a viagem,
  • uma apresentou piora da rinite, completou dois testes de função pulmonar, mas não retornou para aulas de natação
  • e três participaram menos de 80% das sessões do programa.
Nenhum dos pacientes em ambos os grupos receberam os antagonistas de leucotrienos ou qualquer outro tipo de medicação de controle.
O salbutamol foi a terapia de resgate só é permitido em caso de crise aguda de asma.
Em ambos os grupos, o número de exacerbações foi o mesmo antes e durante o estudo.
Adesão ao tratamento de fluticasona / salbutamol também foi igual nos dois grupos.
Nenhum paciente foi hospitalizado devido a crises de asma, quer na execução ou no período durante o treinamento.
A idade dos pacientes asmáticos no grupo de natação variou de 6 a 18 anos (média ± desvio padrão, 10,35 ± 3,13).
Discussões
Uma extensa revisão da literatura revelou que o presente estudo foi o primeiro a usar dois marcadores para a avaliação de melhora da asma - BHR medição e parâmetros espirométricos - em um grupo de pacientes submetidos a MPAA nadar formação, em comparação com um grupo controle de crianças asmáticas não-nadadores .
Vários autores têm mostrado que exercícios aeróbios e treinamento melhorar o condicionamento físico.
Por outro lado, embora a natação é a melhor escolha da atividade física para pessoas com asma, poucos ensaios clínicos randomizados controlados com médio e longo prazo de acompanhamento foram realizados para avaliar os seus efeitos em diferentes graus de gravidade da asma.
Após o período de tratamento, ambos os grupos apresentaram melhora nos parâmetros de espirometria, embora a diferença não alcançou significância estatística.
Houve também uma melhoria significativa no HB, com valores maiores no grupo da natação.
Os mecanismos subjacentes a esta significativa melhora na HB e melhora da função pulmonar na comparação dos grupos controle e natação provavelmente envolvem mudanças na inflamação das vias aéreas, mecânico, neurogênica, e de fatores humorais e alterações musculares lisas, mas este continua a ser provado.
. Estudos recentes têm mostrado resultados encorajadores sobre os efeitos do exercício físico na diminuição da HB.
Se essa relação é de fato um causal, estes resultados sugerem que uma pequena quantidade de atividade física é capaz de efetuar uma redução significativa no HB, o que poderia ser adicionada à lista crescente dos benefícios já conhecidos do exercício.
Usando um modelo experimental de asma, um intrigante estudo de Silva et al. mostrou que o treinamento físico pode reverter a inflamação das vias aéreas e remodelação e melhorar a mecânica respiratória, e conseqüentemente reduzindo a HRB. Se confirmados, esses resultados encorajadores podem contribuir para o desenvolvimento de programas para a prevenção primária da doença pulmonar.
Em nossa revisão da literatura brasileira, não foi possível encontrar estudos que avaliaram a hiperresponsividade brônquica através do teste de provocação com metacolina após nadar. . Este fato foi abordado em profundidade em um editorial do Tórax comentando sobre um estudo feito por Matsumoto et al. , que avaliou HB à histamina em 16 pacientes com asma grave (8 nadadores e 8 não-nadador) antes da intervenção e em seis semanas de seguir -up. Não houve diferença na HB entre os dois grupos antes ou depois do treinamento da natação.
Vale a pena ressaltar que o estudo Matsumoto incluiu apenas um pequeno número de pacientes asmáticos graves que não seguem o mesmo regime de medicação, enquanto que nosso estudo incluiu um número maior de participantes, os quais receberam tratamento adequado e padronizado.
O aumento no PC 20, que foi significativamente maior no grupo de natação, sugere a necessidade de mais, estudos de longo prazo do treinamento da natação, que incluem avaliação dos marcadores de inflamação, função cárdio-respiratória e melhora clínica da asma, assim como a qualidade de questionários vida.
Embora alguns estudos tenham mostrado efeitos benéficos da natação sobre parâmetros de teste de função pulmonar, enquanto outros não conseguiram demonstrar tal efeito.
No entanto, nenhum destes estudos utilizou BHR avaliação como uma ferramenta de acompanhamento.
HB deve ser avaliada, principalmente em estudos que avaliam a resposta ao tratamento da asma ao longo do tempo.
Três questões se destacam na maioria dos artigos sobre o assunto indexado nas bases de dados principais: pequeno tamanho da amostra não calculada, ausência de grupo controle, e muito curta duração do treinamento da natação.
O presente estudo, que foi projetado com um grupo de pacientes MPAA em mente, tinha uma pré-definida e devidamente calculado o tamanho da amostra, havia um grupo controle, e submetido a tratamento farmacológico padrão de exercícios de asma e atravessam todos os participantes. relataram uma grande melhoria nos sintomas após um ano de treinamento da natação, apesar de nenhuma melhora na HB ou testes de função pulmonar foi observado.
No presente estudo, observou-se melhora significativa na CVF e VEF 1 em ambos os grupos, e comprovaram a eficácia dos corticosteróides inalados como um padrão de tratamento para a asma infantil.
A diferença na HB redução entre os grupos, medida pelo PC aumentou 20 valores, mostra a eficácia da natação.
Melhoria nos valores de PImáx e PEmáx mostra que a natação também se mostrou útil para melhorar a mecânica respiratória de crianças e adolescentes com asma.
. Outro estudo controlado pode comprovar esses achados.
Em relação aos parâmetros da espirometria, um possível fator limitante em nosso estudo foi o fato de que as crianças ainda estavam na fase inicial do programa de natação.
Isso pode ter limitado a melhoria na aptidão cardiorrespiratória e teve uma influência ainda maior sobre os resultados.
Apenas quatro das crianças em nossa amostra havia contratado anteriormente em natação.
País de Gales et al. sugerem que a atividade física regular, quando em conjunto com a adesão ao tratamento farmacológico adequado, devem ser incentivados por médicos e outros profissionais de saúde a todas as crianças e adolescentes com asma.
Os benefícios imediatos podem ser derivados de uma actividade física, nomeadamente o aumento da capacidade de reserva expiratório, que pode fornecer proteção contra os ataques de asma.
Apesar das evidências recentes que sugerem que a exposição ao cloro durante a natação pode ser associada a um aumento na freqüência de ataques de asma, há uma considerável evidence1 que nadar em uma piscina interior aquecida, meio ambiente, que fornece úmido, o ar quente para inalação, é ainda muito menos asthmogenic que outros tipos de exercício, como correr ou andar de bicicleta.
Os efeitos nocivos do cloro parece ser dependente da concentração e tempo de exposição, e ainda requerem mais estudos.
Um estudo de 2009 por Bemanian apresentaram melhora significativa do pico de fluxo expiratório em asmáticos após o banho, e sugeriu que a piscina coberta é útil para pacientes com asma, independentemente do efeito tóxico potencial de cloro.
A pesquisa mostrou irritação das vias respiratórias e mudanças HB em nadadores de nível competitivo, que freqüentam piscinas cobertas aquecidas com água e elevados níveis de compostos clorados (particularmente NCl 3).
Isto foi demonstrado em um estudo realizado por Thickett e justifica um editorial sobre o assunto.
A instalação de conjunto em que nossos pacientes não tinha treinado completamente fechado paredes perto do telhado, não temos certeza se esta pode ter diminuído a concentração de cloraminas no ar.
Este fator definir nosso estudo para além dos realizados na Europa, onde as facilidades de estacionamento são completamente fechados devido ao inverno rigoroso.
As conclusões destes estudos têm solicitado o incentivo de piscinas unchlorinated ou aumento da ventilação nas instalações da piscina.
Futuros estudos para medir a concentração de cloraminas no ar das instalações de natação são, portanto, necessária.
A natação tem sido recomendado em asmáticos porque está associada com menos Broncoespasmo induzido pelo exercício (BEI) que os outros tipos de exercício.
Isso foi comprovado por vários autores.
Os mecanismos por trás deste efeito protetor ainda não foram completamente elucidados.
Eles provavelmente inclide fatores epiteliais, celular ou neurossensorial em um ambiente úmido, como o BEI não parece ser um problema nos nadadores asmáticos.
Nenhum dos participantes da nossa amostra experimentaram os ataques de asma durante a natação ou as primeiras horas após o banho.
Nossos resultados mostram que três meses de treinamento de natação (na piscina adequadamente ventilados) leva a uma redução significativa na hiperresponsividade brônquica e melhora a complacência da parede torácica em crianças e adolescentes com asma moderada e atopia.
Natação deve ser uma das atividades desportivas encorajados em crianças com MPAA.
Outros estudos bem desenhados que abordam a questão importante de programas de treinamento físico, como uma ferramenta para controle da asma e deve ser incentivado.

Referências Selecionadas
These references are in PubMed. Essas referências são no PubMed. This may not be the complete list of references from this article. Isto pode não ser a lista completa de referências deste artigo.
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